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25 de jul de 2009

LIÇÃO Nº 05 - 02/08/2009 - "A FORÇA DO AMOR CRISTÃO"

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL LIÇÃO 05 - DIA 02/08/2009 TÍTULO: “A FORÇA DO AMOR CRISTÃO” TEXTO ÁUREO – Jo 13:34 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 2:7-11; 3:14-18 PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
  • I – INTRODUÇÃO:
  • Amar o próximo não é apenas ajudar alguém do ponto-de-vista material, mas, sobretudo, levar este alguém a uma vida de comunhão com Deus, a um equilíbrio em todos os aspectos da sua vida. Medidas emergenciais serão necessárias, como nos mostra a parábola do bom samaritano, pois O AMOR AO PRÓXIMO SE DEMONSTRA COM AÇÕES. No entanto, é extremamente necessário que levemos o próximo a entender que deve, sobretudo, amar a Deus, para que também ame o próximo, como nós o amamos. É totalmente impossível adorar a Deus sem amá-lo; Deus nunca se satisfez com menos que TUDO.
  • (Mt 22:37; Dt 6:5) - Os termos CORAÇÃO, ALMA, ENTENDIMENTO e FORÇAS revelam um AMOR DE ENTREGA TOTAL DO SER HUMANO. Significa AMAR A DEUS SEM RESTRIÇÕES. Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro e o Seu amor foi derramado em nossos corações – I Jo 4.19; Rm5.5
  • II – AS QUATRO EXPRESSÕES OU DIMENSÕES DO AMOR:
  • O AMOR “ÁGAPE” – I Jo 4:8 - Amor divino; amor cristão.
  • Ágape também era o nome que se dava à celebração do amor cristão, em reuniões com estreita conexão com a Ceia do Senhor.
  • O amor ÁGAPE é o maior e o mais sublime amor, porque é o amor divino, de onde emana todo amor; representa a essência do amor.
  • É o amor sem qualquer tipo de mistura. Costumamos denominá-lo de amor espiritual. É a existência deste amor em nossos corações que impede de vermos as falhas, os defeitos, as fraquezas uns dos outros (I Pe 4:8). Sem o “ágape” não se cumprirá o Sl 133 cf I Cor 13:4-8.
  • Percebamos que no “ágape” não existe desejo carnal. O “ágape” une os homens naquilo que eles têm de mais forte, ou seja, no espírito. Foi este amor que uniu Jônatas e Davi - I Sm 18:1; II Sm 1:26. Neste mundo “podre” em que vivemos, no qual cinco países já aprovaram o casamento entre homoafetivos, ainda existe um sentimento puro, que provém de Deus, capaz de unir dois homens, ou duas mulheres, numa união de almas, despida de qualquer interesse de ordem material ou sexual.
  • Este sentimento que estamos chamando no seu sentido original de “ágape”, é, na verdade a essência do amor e está colocado à disposição dos filhos de Deus (I Pe 4:20-21).
  • Vejamos algumas características do amor ÁGAPE:
  • (A) É a evidência da salvação, l Jo 3.14; 4.7.
  • (B) Tem sua origem na experiência do perdão dos pecados, Lc 7.42-47
  • (C) É expresso através da obediência, Jo 14.15,21
  • (D) É evidenciado quando amamos o próximo, porquanto é através do ÁGAPE que Deus é visto em nós, l Jo 4.11-12.
  • (E) Tudo o que somos e fazemos deve estar saturado de amor ÁGAPE (l Co 16. 14).
  • (F) Promove o crescimento do corpo de Cristo ( Ef 4.16 ).
  • (G) Os que ser­vem na obra de Deus devem servir em amor ÁGAPE ( 2 Co 12.15 ).
  • (H) Na vida do crente o amor ÁGAPE deve ser exemplar (l Tm 4.12; 2 Tm 3.10 )
  • (I) Deve dominar os sentimentos dos crentes em relação aqueles que presidem sobre eles, (l Ts 5.12-13).
  • (J) Leva o crente a amar como Deus ama, Mt 5.43-45;
  • (K) Deve sempre aumentar, l Ts 3.12; 4.9; Hb 13.1
  • (L) Leva-nos a fazer a vontade de Deus, Jo 14.15,23; 15.10,14; l Jo 5.2-3.
  • (M) Leva-nos a agradarmos a Deus em tudo, 2 Co 5.9; Rm 14.18
  • (N) Determina o aperfeiçoamento do crente, Cl 2:2; 3.14
  • (O) Ajuda-nos a amar e orar pelos nossos inimigos, Lc 23.34; At 7.60; Lc 6.27-30; Rm 12.20, isto porque passamos a entender que o nosso inimigo não é a car­ne e nem o sangue, Hb 10.13
  • (P) Vem de Deus e é ordenado por Ele - I Jo 4:7, 21;
  • (Q) É Ensinado por Deus - I Ts 4:9
  • (R) Exorta-se, especialmente, que parta dos Ministros - I Tm 4:12; II Tm 2:22
  • O AMOR “PHILEO” – É o amor expresso em amizade, afeição e fraternidade.
  • A palavra derivada - philia - tem significado de AMIZADE, BEIJO, SINAL DE AMOR.
  • Entre nós o “phileo” se define por amor social ou amizade.
  • O “phileo”, como uma das expressões do amor, trás em si uma carregada dose de mistura de egoísmo e de outros sentimentos carnais.
  • O “phileo” leva em conta o valor que damos ao objeto do nosso amor, pois ele busca o nosso próprio interesse e só costumamos gostar daquelas coisas ou pessoas que nos são agradáveis.
  • Pelo “phileo” nós fazemos acepção de pessoas. Na Igreja somos todos irmãos, mas não somos amigos de todos, nem todos nos têm como amigos. É com o amigo que nós abrimos nosso coração, falamos de nossos triunfos e fracassos! Pv 18:24.
  • O “phileo”, como expressão do amor, pode sofrer maiores ou menores influências negativas existentes em nossa natureza carnal.
  • O AMOR “STERGO” - É o amor conjugal, o amor em família. É uma expressão do amor que une uma Família. É o chamado amor familiar. É, sem dúvida, um tipo de amor diferente dos demais.
  • É um sentimento com menor teor de impurezas em relação ao “phileo”. Para o “phileo” é importante o valor do ente amado; para o “stergo”, não! O “stergo” encobre os defeitos de nossos familiares. Especialmente para os pais, os filhos são sempre “santos” e perfeitos. O “stergo” é o amor que sustenta a instituição familiar; ele liga pais e filhos, irmãos com irmãs.
  • Um dos sinais da Vinda de Jesus é o enfraquecimento do “stergo” – II Tm 3:2-3. Não é pois de se admirar a situação caótica em que se encontram tantas famílias, até mesmo em nossas Igrejas!
  • O AMOR “EROS” - Originado da figura do deus grego do amor. Este tipo de amor é aplicado à relação entre um homem e uma mulher, na perspectiva conjugal. O amor EROS é o amor físico e sensual, necessário para as relações do casamento.
  • A expressão “eros” não se encontra nos originais do Novo Testamento. Contudo, “eros” é uma das quatro expressões do amor, e, sem dúvida, a que contém o mais alto teor de impurezas, estando muito distante do “ágape”.
  • “Eros” é a expressão do amor carnal, do amor sensual, do amor desejo. Este desejo carnal, uma vez satisfeito, pode passar; pode transferir-se para outro objeto do desejo. Isto explica a pouca durabilidade de certos casamentos. Muitos casais são motivados apenas e tão-somente pelo “eros”.
  • De “eros” deriva-se a expressão “erotismo”, que significa paixão sensual insistente.
  • III - EM RELAÇÃO AO AMOR FRATERNAL, OS SANTOS DEVEM...
  • 1) Revestir-se - Cl 3:14
  • 2) Seguir - I Cor 14:1
  • 3) Abundar - Fp 1:9; I Ts 3:12
  • 4) Prosseguir - I Tm 2:15; Hb 13:1
  • 5) Concorrer-se mutuamente - II Cor 8:7; 9:2; Hb 10:24
  • 6) Ser sinceros - Rm 12:9; II Cor 6:6; 8:8; I Jo 3:18
  • 7) Ser desinteressados - I Cor 10:24; 13:5; Fp 2:4
  • 8) Ser fervorosos - I Pe 1:22; 4:8
  • IV - O AMOR FRATERNAL DEVE SER EXIBIDO EM...
  • 1) Ministrar às necessidades alheias - Mt 25:35; Hb 6:10;
  • 2) Amar-se mutuamente - Gl 5:13
  • 3) Aliviar os estrangeiros - Lv 25:35; Mt 25:35
  • 4) Vestir os nus - Is 58:7; Mt 25:36
  • 5) Visitar os enfermos - Jó 31:16-22; Tg 1:27
  • 6) Simpatizar com os outros - Rm 12:15; I Cor 12:26
  • 7) Apoiar os fracos - Gl 6:1-2; I Ts 5:14
  • 8) Encobrir as faltas - Pv 10:12 cf I Pe 4:8
  • 9) Perdoar os insultos - Ef 4:32; Cl 3:13
  • 10) Ser paciente - Ef 4:1-2
  • 11) Repreender os errados - Lv 19:17; Mt 18:15
  • FONTES DE CONSULTA:
  • 1) Pequena Enciclopédia Bíblia - CPAD - Orlando S. Boyer
  • 2) Dicionário Teológico - CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade
  • 3) Bíblia Vida Nova
  • 4) Colaboração para o Portal Escola Dominical : Prof. Antonio Sebastião da Silva
  • 5) Apostila do Presbítero Ezequias Cardoso

18 de jul de 2009

LIÇÃO Nº 04 - 26/07/2009 - "JESUS, O REDENTOR E PERDOADOR"

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL LIÇÃO 04 - DIA 26/07/2009 TÍTULO: “JESUS, O REDENTOR E PERDOADOR” TEXTO ÁUREO – I Jo 1:9 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 2:1-2; Ef 1:6-7; Apc 5:8-10
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
  • I - INTRODUÇÃO:
  • A queda do homem não apanhou Deus de surpresa, uma vez que Ele já havia provido um meio de redenção, através do sangue do Cordeiro morto antes da fundação do mundo.
  • II – A PRIMEIRA PROMESSA DE REDENÇÃO:
  • Gn 3:8-15 – Esta passagem bíblica focaliza, entre outros, os seguintes atributos redentivos de Deus: SANTIDADE e GRAÇA. Desses atributos surgiu a maravilhosa promessa de redenção de Gn 3:15, que tem sido chamado secularmente de o PROTO-EVANGELHO.
  • ANALISANDO A PROMESSA – Existem grandes mistérios a serem desvendados em Gn 3:14-15. Com o auxílio do Espírito Santo, tentemos desvendar alguns deles:
  • (1) O AUTOR DA PROMESSA: O SENHOR DEUS – Ele não foi apanhado de surpresa com o terrível fato da queda. Sabia Deus de antemão que a obra de Suas mãos estava sujeita ao pecado, de sorte que Sua provisão do Cordeiro foi feita antes mesmos da fundação do mundo (I Pe 1:18-19). Paulo menciona que foi Deus quem o propôs para propiciação pela fé no Seu sangue (Rm 3:25).
  • (2) OS DESTINATÁRIOS DA PROMESSA – Embora o texto diga expressamente que as palavras do Senhor foram dirigidas à serpente, é fácil deduzir que a espada de dois gumes alcançou todos os espaços do universo.
  • A) DEUS FALOU À SERPENTE – Já que a serpente teve o seu corpo utilizado como instrumento do mal, pois tornara-se templo de satanás, Deus tornou-a o destinatário ostensivo de Sua mensagem e dirigiu-lhe imediatamente uma mensagem de julgamento que continua de pé (Is 65:25).
  • B) DEUS FALOU A SATANÁS – Em Gn 3:15 há uma mensagem direta para o adversário. Deus se refere ao conflito eterno entre satanás e Jesus, e prediz os acontecimentos futuros vinculados a esse conflito.
  • C) DEUS FALOU À RAÇA HUMANA – As palavras desse PROTO-EVANGELHO são consoladoras e altamente esperançosas. A serpente que enganou nossos primeiros pais não enganará eternamente. Enquanto por um lado a Bíblia revela a onipotência e onisciência de Deus, por outro, ela deixa bem claro quanto às limitações e ao fim da ação de satanás (Lc 4:13; Jo 12:31; II Ts 2:8; I Jo 3:8; Apc 20:10).
  • III – O RETRATO DE DEUS COMO REDENTOR:
  • Is 63:16 – Os escritores do texto sagrado foram amplamente iluminados e inspirados pelo Espírito Santo na apresentação do Senhor nosso Deus na condição de Redentor da humanidade. Podemos dividir em três partes este quadro: O PAI, COMO REDENTOR DE ADÃO E EVA; O PAI, COMO REDENTOR DE ISRAEL; e o FILHO, COMO REDENTOR DA IGREJA. Vejamos, pois:
  • 1) O REDENTOR DE ADÃO E EVA – Não se pode alimentar dúvida quanto ao fato de que Adão e Eva foram salvos. A imensa misericórdia de Deus se manifestou para com eles de tal maneira que foram poupados do juízo eterno. O processo redentivo de Deus para com nossos primeiros pais desenrolou-se em quatro etapas, todas elas ricas de lições espirituais:
  • A) DEUS CHAMOU ADÃO E EVA – Gn 3:9, 13 – Enquanto nas religiões do mundo os homens estão louca e desesperadamente a procura do seu deus, o Deus da Bíblia está cheio de compaixão por Suas criaturas pecadoras e rebeldes, procurando-as a fim de salvá-las (Lc 19:10; Is 1:18; 55:1-3; Jo 7:37-38; Apc 22:17).
  • B) DEUS FEZ PROMESSAS A ADÃO E EVA – Gn 3:15 – Ao invés de se limitar a proferir juízos inclementes e condenar o casal pecador, como bem merecia, Deus decidiu encaminhar-lhes um raio de esperança, prometendo um futuro livramento através da semente da mulher.
  • C) DEUS VESTIU ADÃO E EVA – Gn 3:21 – A túnica de peles com que Deus vestiu a Adão e sua esposa requereu a imolação dum animal. Sem dúvida alguma houve derramamento de sangue e aqui o princípio bíblico da substituição começou a ter lugar proeminente no processo redentivo da humanidade. Um animal inocente foi morto para que Adão e Eva revivessem espiritualmente. Sem dúvida, o sangue daquele animal simboliza o sangue do Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (Jo 1:29).
  • D) DEUS REMOVEU ADÃO E EVA DO JARDIM DO ÉDEN – Gn 3:23 – Embora o ato de expulsar o casal pecador do Jardim tenha significado um forte e doloroso juízo divino sobre aquele casal, na verdade ele também ressalva um ato de misericórdia e graça do Criador.
  • 2) O REDENTOR DE ISRAEL – Desde o dia em que o Senhor tirou com mão forte a nação israelita da opressão dos egípcios, o povo hebreu aprendeu a honrar a Deus e reverenciá-lo como seu Redentor (Ex 3:7; 12:13).
  • 3) O REDENTOR DA IGREJA – Jesus Cristo veio a este mundo enviado pelo Pai a fim de ser o Redentor. Paulo afirma que o sangue de Jesus é o instrumento hábil de nossa redenção (Ef 1:7; Cl 1:14).
  • IV – ANALISANDO A NOSSA REDENÇÃO:
  • Meditemos, a seguir, nos aspectos gerais da doutrina bíblica da redenção:
  • 1) A NECESSIDADE DA REDENÇÃO – Ao desobedecer a Deus, o homem entrou num processo de flagelação e debilidade. Por sua própria força era impossível erguer a cabeça e recuperar tudo. Humanamente não havia alternativa:
  • A) O homem está debaixo da maldição do pecado – Gl 3:10-13; Rm 7:10;
  • B) O homem escravizou-se ao pecado – Is 52:3; Rm 6:20; 7:14-15;
  • C) O homem é impotente para livrar-se do pecado – Rm 7:19; Sl 49:7
  • 2) ÁREAS DA REDENÇÃO – Nenhuma parte do nosso corpo deve estar imune aos efeitos benéficos da redenção. Todo nosso ser está protegido pelo poder e virtude da salvação:
  • A) A redenção envolve o espírito (Sl 31:5);
  • B) A redenção envolve a alma (Sl 49:8);
  • C) A redenção envolve o corpo (Rm 8:23)
  • 3) ABRANGÊNCIA DA REDENÇÃO – Ao preparar a redenção do homem, Deus não cogitou fazê-la vazia e de pouca expressão, mas, no Seu grande amor, pretendeu consumá-la de forma pujante e plena de bênçãos.
  • A) A redenção envolve a justificação, de sorte que o crente é declarado inocente diante do Senhor (Rm 3:24);
  • B) A redenção envolve a adoção e desta sorte o cristão entra na família de Deus (Gl 4:4-5);
  • C) A redenção envolve a purificação, de modo que os pecados do passado desaparecem e dão lugar a uma vida nova com Deus (Tt 2:14).
  • 4) O PREÇO DA REDENÇÃO – A redenção significa um grande negócio efetuado pelo Filho de Deus. Significa que temos sido transferidos de propriedade. Antes pertencíamos ao pecado e a satanás; agora, pertencemos a Deus. O preço pago foi o sangue precioso do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
  • A) Comprados com seu sangue – At 20:28;
  • B) Redimidos com o sangue – I Pe 1:18-19;
  • C) Eterna redenção pelo sangue – Hb 9:12.
  • V - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

  • Nº 1 = ALTAR DE HOLOCAUSTO;
  • Nº 2 = PIA;
  • Nº 3 = A MESA DOS PÃES DA PROPOSIÇÃO;
  • Nº 4 = CASTIÇAL ou CANDELABRO ou CANDEEIRO;
  • Nº 5 = ALTAR DE INCENSO;
  • Nºs 6 e 7 - A ARCA DO SENHOR + O PROPICIATÓRIO
  • "Os quais servem de exemplar e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que, no monte, se te mostrou" - Hb 8:5
  • Para chegarmos à presença de Deus, temos que passar, obrigatoriamente, pelo caminho da cruz do Calvário, aceitando o sacrifício que Cristo Jesus fez por nós, pagando o preço de sangue, para nos resgatar da escravidão do pecado. O Senhor Jesus é e será para sempre o nosso PERDOADOR e REDENTOR. Amém.

Fontes de consulta:

Revista Maturidade Crista - 3º Trimestre de 1986 - Comentarista: Geziel Gomes

O que aconteceu e acontecerá em breve - Chamada da Meia-Noite - Wim Malgo

4 de jul de 2009

LIÇÃO Nº 02 - 12/07/2009 - "JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS"

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÃO 02 - DIA 12/07/2009
TÍTULO: “JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS”
TEXTO ÁUREO – Jo 1:1
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Jo 1:1-4; Jo 1:1-4; Cl 1:16-17
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
  • I – INTRODUÇÃO:
  • Jo 17:5, 24, Hb 13:8 – Para o Verbo de Deus, Jesus Cristo, não há limitação de tempo. Ele existe desde a eternidade; Ele é passado, presente e futuro; Ele é o mesmo eternamente. Por não ter princípio nem fim de dias, Jesus, que é Deus, será para sempre o ETERNO EU SOU.
  • II – TRÊS SENTIDOS DA PALAVRA “ETERNIDADE”:
  • Na Bíblia, a palavra “ETERNIDADE” é usada em três sentidos diferentes, como mostramos a seguir:
  • (A) SENTIDO FIGURADO – Denota antiguidade ou duração muito prolongada – Gn 49:26; Dt 33:15; Sl 76:4; Hc 3:6;
  • (B) SENTIDO LIMITADO – Denota a existência de algo que teve princípio, mas não terá fim, como a dos anjos, das almas dos homens e do castigo dos ímpios (Gn 2:7; Ne 9:6; Jó 38:4, 7; Cl 1:16; Dn 12:2; Mt 18:8; 25:41; Mc 3:29);
  • (C) SENTIDO LITERAL – Denota uma existência que não tem começo e nem fim, como a de Deus. O tempo tem passado, presente e futuro, mas não é assim com Deus, diante do qual o passado e o futuro se transformam no eterno presente, o agora (Gn 21:33; Dt 33:27; Sl 9:7; 90:2; 92:8; Is 40:28).
  • III – JESUS CRISTO, DEUS-FILHO:
  • Das três Pessoas da Trindade, a única revelada corporalmente aos homens, foi a segunda, o Senhor Jesus Cristo. A encarnação, porém, não altera em nada os méritos da Sua Divindade.
  • 1) JESUS CRISTO É DEUS (Jo 1:1; Fp 2:6; Hb 1:3; Cl 1:5; I Jo 5:20)
  • 2) Muitas afirmações feitas a respeito do Senhor no Antigo Testamento, são interpretadas no Novo Testamento, referindo-se profeticamente a Jesus Cristo. Por exemplo, comparemos as seguintes referências bíblicas:
  • Is 40:3-4 com Lc 1:68-69,76
  • Ex 3:14 com Jo 8:56-58
  • Jr 17:10 com Apc 2:23
  • Is 60:19 com Lc 2:32
  • Is 6:10 com Jo 12:37-41
  • Is 8:12-13 com I Pe 2:7-8
  • Nm 21:6-7 com I Cor 10:9
  • Sl 23:1 com Jo 10:11; I Pe 5:4
  • Ez 34:11-12 com Lc 19:10
  • Dt 6:16 com Mt 4:10
  • IV – ALGUNS ATRIBUTOS DA DIVINDADE NA PESSOA DE JESUS:
  • Atributos inerentes a Deus-Pai relacionam-se harmoniosamente com Cristo, provando a Sua divindade. Por isso, a Bíblia O apresenta como sendo:
  • 1) O PRIMEIRO E O ÚLTIMO (Is 41:4; Apc 1:17)
  • 2) DEUS (Jo 1:1; Rm 9:5; Hb 1:8-9 comparar Sl 45:6-7; I Jo 5:20)
  • 3) FILHO DE DEUS (Mt 16:16-17)
  • 4) CRIADOR (Jo 1:3)
  • 5) ETERNO (I Tm 1:16-17)
  • 6) JUIZ DOS VIVOS E DOS MORTOS (II Tm 4:1)
  • V – CONSIDERAÇÕES FINAIS:
  • Jesus é o Deus eterno. Ele é de eternidade a eternidade (Sl 90:1-2; 102:12; Is 57:15). Nunca houve, nem haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que Deus não existisse ou que não existirá. Ele não está limitado pelo tempo humano (Sl 90:4; II Pe 3:8), e é, portanto, descrito como EU SOU (Ex 3:14; Jo 8:58).
  • FONTES DE CONSULTA:
  • Lições Bíblicas CPAD – 4º Trimestre de 1987 – Comentarista: Raimundo de Oliveira
  • Lições Bíblicas - Edições CPAD - 2º Trimestre de 1990 - Comentarista: Geziel Nunes Gomes
  • Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD