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9 de out de 2015

4º TRIMESTRE DE 2015 - LIÇÃO Nº 02 - 11/10/2015 - "A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 02 - DATA: 11/10/2015
TÍTULO: “A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA"
TEXTO ÁUREO – Hb 11.3
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Sl 104.1-14

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO






I - INTRODUÇÃO:



O mundo não foi criado por acaso. É obra específica e planejada daquEle que é o autor de toda a criação: Deus. Aliás, ao perguntarem a um rabino israelense "Onde estava Deus antes de Gn 1.1", o mesmo respondeu: "Deus estava em silêncio, planejando a criação dos céus e da terra".




II - DEUS, O CRIADOR:



(1) - Identificando o Criador - Antes de falar dos atos criativos do Senhor, é preciso conhecê-lo do modo como a Bíblia O apresenta. Gênesis não começa com uma teoria, mas com o vocábulo Deus - Gn 1.1 - Através da história da humanidade, os homens tem inventado muitos deuses, e satanás, arquiinimigo do Criador, deseja tornar-se o governador ou "deus" do Universo, a qualquer custo.



(2) - O Criador e a criação - A de­claração de que há um Criador, o qual deu vida a todos os seres vivos existentes na Terra, e também os ele­mentos animados e inanimados, des­faz completamente as teorias anticriacionistas da evolução. No hebraico, o termo "BARAH" indi­ca, de forma direta, que Deus é o Criador.



(3) - O Criador é o Senhor Oni­potente - Entre os atributos de sua Onipotência, revela-se "o poder de criar". A Abraão, o Senhor manifes­tou-se como "o Deus Todo-Podero­so" (Gn 17.1). Vários textos na Bí­blia declaram que "Deus fez a terra pelo seu próprio poder"( Is 40.21-28; 42.5; 45.12-18; Jr 10.12; 27.5; 51.15).




III - TEORIAS DA ORIGEM DA CRIAÇÃO:



(1) - A Teoria da Grande Explo­são - A partir do estudo de Einstein, sobre a Teoria da Relatividade, ou­tros cientistas acreditam que o Uni­verso era uma bola imensa de hi­drogênio que se expandiria indefini­damente e alcançaria distâncias qua­se infinitas. Eles imaginam que, em algum tempo indecifrável, houve uma grande explosão desta bola de hidrogênio. Daí surgiram os mundos, as galáxia. Na tentativa de definir as origens do Universo, pro­curam determinar a sua idade, sugerindo a cifra de 12 bilhões de anos. De fato, esta teoria acredita na eternidade da matéria, mas a Bíblia a refuta, quando declara que tudo em algum tempo começou a existir.



(2) - A Teoria da Nebulosa Ori­ginal - A ideia básica desta teoria é que a matéria foi criada por Deus e está espalhada pelo Universo, em vários sistemas planetários desco­nhecidos e, inclusive, o nosso, no qual se inclui a Terra. Os cientistas, seus defensores, ensinam que o nos­so planeta teria surgido em estado gasoso de hidrogênio, e, como os ga­ses ocupam muito mais espaço que os sólidos, esta matéria original to­maria todo o espaço conhecido e desconhecido.



(3) - A Teoria da Substância Ori­ginal - Os adeptos desta teoria ensinavam que havia, no princípio de tudo, uma substância original indefinida e desconhecida, e dela surgiram os quatro elementos básicos: a terra, o ar, o fogo e a água. Afirmam ainda que, de um destes componentes deve ter-se originado a vida, ou então de todos eles.



(4) - A Teoria do Panteísmo - O Panteísmo declara que Deus e a Natureza são a mesma coisa e estão inseparavelmente ligados. A ideia básica desta teoria é que o Senhor não cria nada, mas tudo emana e faz parte dEle. Entretanto, a revelação bíblica não aceita, de modo algum, este ensinamento, pois o Criador não é parte do Universo, e, sim, este foi criado por Ele - Sl 8.



(5) - A Teoria Evolucionista - Esta teoria ensina que a matéria é eterna e preexistente. A partir daí, mediante processos naturais e por transformação gradual, os seres passaram a existir. Entretanto, a Bíblia declara que Deus criou to­das as coisas, isto é, tudo teve um começo. As provas diretas da cria­ção, além da Ciência, estão expos­tas na Bíblia em Gênesis 1.1.



(6) - A Teoria da Criação, a partir do nada - Esta é, talvez, a mais difundida, ensinada e pregada no meio evangélico. Ela é conhecida pela expressão latina "ex nihilo", pois declara que Deus criou tudo do nada, mediante o poder da Sua Palavra. Utiliza-se como base, para a afirmação desta ideia, o texto de Hb 11.3. Ora, entendemos que aquilo o qual não é aparente, não quer dizer "do nada", mas pode referir-se a coisas imateriais. A expressão "No princípio", de Gn 1.1, não se refere à "eternidade passada", mas significa o ponto inicial do tempo como o conhecemos.




IV - O MODO DIVINO DA CRIAÇÃO:



(1) - A criação foi um ato livre da parte de Deus - Existe um falso ensino de que a criação do mundo foi por uma necessidade de Deus, uma autogênese divina, para fazer valer o seu Ser, como se Ele precisasse auto-afirmar-se. Uma vez que se admite ter sido a criação feita do nada, entende-se que nada preexiste à ação criadora do Senhor. A ideia de que mundo aparece como algo necessário para Ele, acaba no panteísmo, o qual ensina que tudo é Deus e o mundo não pode conceber-se sem o Criador, nem Ele sem o Universo.



Mas Deus não criou o mundo por acaso ou por necessidade. O Univer­so existe porque o Criador quer. Ele é para si mesmo sua própria riqueza e, portanto, a criação partiu dele como uma graça especial. O Senhor é imune de coação externa, pois não depende de nada, absolutamente, e, por isso, pode criar livremente o que deseja, quando e como quer. Leiamos os salmos 115.3 e 135.6.



(2) - A criação foi um ato temporal de Deus - A expressão inicial de  Gn 1.1: "No princípio", indica , dentro da eternidade, a questão do tempo. O termo hebraico "bereshith" mostra, em seu sentido literal, que a palavra "princípio" refere-se ao início da criação. "O tempo é apenas uma das formas de toda a exis­tência criada", como afirmou certo teólogo. A declaração de que a criação foi um ato temporal, não significa res­tringir ou confinar Deus ao tempo, porque Ele está fora de qualquer confinamento, restrição física ou mesmo espiritual. Na verdade, a lição que aprendemos na Bíblia é que o mundo teve começo ( Mt 19.4,5; Mc 10.6; Jo 1.1,2; Hb 1.10).



(3) - A criação foi um ato espe­cial do Deus Triúno -  A forma plu­ral do nome "ELOHIM" revela-nos, não só a transcendência do Criador, no sentido de ir além, mas, acima de tudo, o sufixo "him" in­dica a pluralidade composta da divindade, ou seja, as três pessoas da Trindade. Uma vez revelado o trino Deus na declaração inicial de Gênesis, entende-se que Ele é o autor da criação (Gn 1.1; Is 40.12; 44.24; 45.12). Nenhuma das pes­soas da Trindade age com poderes independentes, mas, sim, o Pai, o Filho e o Espírito são autores independentes.




V - O REORDENAMENTO DA CRIAÇÃO:



No primeiro versículo de Gênesis, temos declarado o ato do Criador; no segundo, observamos o Universo criado, antes de Deus dar-lhe forma e vida.



(1) - O estado original da Terra - O versículo 2 declara que "a terra era sem forma e vazia". No original hebraico, aparece como "tôhu" "wabôhu", e dá a ideia de um lugar ermo. O autor descreve o nosso planeta em seu estado incompleto. Al­guns teólogos entendem este texto como uma referência ao ato da re­criação, mas sem base suficiente Bíblia para garantir esta ideia. Os que defendem esta teoria, ensinam que entre Gênesis 1.1 e 1.2, houve um cataclismo geológico, provoca­do pela queda de Satanás perante o Criador. Mas, parece-nos que a nar­rativa da criação nada tem a ver com isso, pois trata-se de um relato dos atos criativos de Deus, que eliminou o caos que envolvia a Terra, "sem forma e vazia".



(2) - O Espírito Santo, a presen­ça de equilíbrio no caos - Este pro­cesso de ordenamento do caos tem a presença do Espírito de Deus que pairava sobre a face das águas. Ele operava sobre a expansão dos ma­res como "ruach" (hebraico), que significa "vento, hálito". Seu sopro produz energia e vida criadora (Jó 33.4; Sl 104.30). O ato de "pairar" não significa que o Espírito seja al­guma coisa inerte mas, sim, move-se, agita as águas. É algo vivo e energético, não evolutivo. O versículo 3, logo a seguir, indica o próximo ato criativo de Deus, quan­do diz:" Haja...". Foi a Palavra do Criador que trouxe ordem ao caos inicial.




VI - OS SEIS DIAS DA CRIAÇÃO:



(1) - O primeiro dia: criação da LUZ (Gn 1.3-5) - Deus fez aparecer a luz cósmica, pelo poder da Sua Palavra, quando disse: "Haja luz, e houve luz". Ele trouxe à existência as coisas não vistas. O mundo estava debaixo da escuridão total, mas o Criador fez surgir a luz, mesmo antes de aparecer o sol. O ato de ordenar que houvesse luz, não significa que ela não existisse antes, mas que Deus fez surgir no primeiro dia. Em Gn 1.4 lemos: "fez Deus separação entre a luz e as trevas". Havia, de fato, uma densa acumulação de neblina  e vapor, os quais envolvia a Terra, e, por isso, existia uma total escuridão. Quando surgiu a luz, as trevas foram vencidas pelo poder da claridade que se espalhou sobre a expansão das águas. Em Gn 1.5, a luz foi chamada "dia" e as trevas "noite".



(2) - O segundo dia: criação do FIRMAMENTO - Gn 1.6-8 - Deus fez surgir o firmamento ou "expansão", referindo-se à separação das águas atmosféricas das terrestres. Entende-se que uma vasta cortina líquida e nebulosa cobria a Terra e impedia que a luz que a luz solar a vencesse. Ela submetia o planeta a um juízo de trevas impenetráveis. Era uma massa de água atmosférica que se condensava com o vapor da terra. Mas Deus estabeleceu a separação das águas "debaixo da expansão" que se evaporaram, para formarem nuvens e se transformarem em águas potáveis.



(3) - O terceiro dia: a criação da TERRA, MAR E PLANTAS - Gn 1.9-13 - No terceiro dia da criação, o Criador, depois da separação das águas, ordenou que "aparecesse a porção seca", que é a parte sólida deste planeta. a Terra. Alguns geólogos acreditam que, originalmente, "a porção seca" de Gn 1.9, fosse um só continente. As especulações acerca deste assunto são muitas, mas nenhuma é sustentável. A grande verdade é que a parte seca, hoje, disposta no planeta em cinco continentes, existe, e foi capacitada para produzir toda a vegetação em forma de ervas variadas que dão sementes e árvores frutíferas. Estes elementos vitais de vegetação seriam os produtores de alimentos para a sobrevivência dos seres vivos.



(4) - O quarto dia: criação do SOL, LUA e ESTRELAS - Gn 1.14-19 - Não há contradição entre o relato do primeiro e quarto dias, quando ambos os textos falam relativos ao aparecimento da luz. A diferença é que no primeiro dia (Gn 1.3-5), Deus ordenou o surgimento da luz, e, no quarto dia (Gn 1.14-19), Deus organiza o sistema solar. Neste dia surgem o Sol, a Lua e os Astros Celestes. Na linguagem hebraica, os nomes sol e lua são omitidos propositadamente por Moisés, que prefere denominá-los como dois luminares. É interessante que eles surgiram para vencerem o caos terrestre e contribuírem para a produção e preservação da vida sobre a Terra. Tudo está pronto para a sobrevivência animal. Há água potável, comida e ciclos das estações. No verso 14, começa, de fato, a contagem de tempo, pois os liminares surgidos no firmamento celeste, Sol e Lua, fazem diferença entre o dia e a noite.



(5) - O quinto dia: criação da VIDA MARINHA e das AVES - Gn 1.20-23 - As águas, separadas em doces e salgadas, tem vida. A ordem divina no verso 20 é: "produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente". Esta primeira ordem inclui todos os animais aquáticos, marinhos e todas as espécie de aves. O texto fala de "enxames de seres viventes" nas águas e sobre a terra. Deus lançou a Sua bênção sobre estes seres viventes e ordenou que fossem fecundos e se multiplicassem (Gn 1.22). Está escrito, no verso 23, que "houve tarde e manhã". Esta escritura tem gerado polêmica entre os estudiosos. Alguns intérpretes ensinam que a referência aqui é a um dia de Deus e não ao comum, limitado por minutos e horas. Entendem que o começo de cada ato da criação é chamada manhã, e a conclusão deste específico ato divino é chamado "tarde".



(6) - O sexto dia: criação da vida animal e a humana - Gn 1.24-26 - Percebe-se, neste dia, que Deus criou três tipos de seres: "gado", um tipo de animais mansos, os quais pastam e andam juntos; "répteis", que rastejam como as serpentes e outros invertebrados; "feras", aparecem por último no versículo, e referem-se aos animais selváticos: leões, tigres e outros carnívoros. No verso 25, afirma-se que Deus criou estes animais, cada qual segundo a sua espécie. Ora, aprendemos nestes versículos que todos os seres vivos, tanto no mundo animal como no vegetal, foram feitos de acordo com o seu gênero e espécie e com a capacidade de reproduzir-se por gerações sem fim. Deste modo, podemos testemunhar que as diferentes famílias de animais e plantas, conservam-se , desde sua criação, até aos dias de hoje.



Porém, o homem é a obra prima do Criador. Ele é a coroa da criação, conforme está relatado em Gn 1.26. Deus desejava criar um ser distinto de todas as demais criatura terrenas; alguém que tivesse personalidade, vontade, sentimentos, e fosse capaz de representá-Lo sobre a Terra. Por esta razão, o Senhor criou o homem "à Sua imagem e semelhança".




VII - VERDADES FUNDAMENTAIS DA HISTÓRIA DA CRIAÇÃO:



A história da criação tem seu fundamento na revelação de Deus ao homem. Por causa do pecado, o ser humano se tornou vítima do engano e da mentira de satanás. As teorias levantadas por mentes incrédulas e perniciosas procuram ofuscar o fato da criação. O relato bíblico não se baseia em, mas em fatos revelados pelo próprio Deus. Por isso, algumas verdades fundamentais acerca da criação precisam ser ensinadas e não meramente informadas.



(1) - Houve um propósito divino na criação - As Escrituras revelam que a criação do mundo não foi obra do acaso. Deus o criou com os seguintes propósitos:



(A) - PARA SUA GLÓRIA - Sl 19.1; Is 43.7; 60.21; 61.3; Lc 2.14.



(B) - PARA SATISFAÇÃO DA SUA VONTADE - Ef 1.5-6, 9; Apc 4.11.



(C) - PARA HONRA PESSOAL DE JESUS CRISTO, SEU FILHO - Cl 1.16; Hb 2.10.



(2) - Houve e há um fim na criação: O próprio Deus Criador - Qual a finalidade de Deus ter criado o mundo? A resposta está no fato de que a criatura não existe por si própria, a não ser pelo ato criador de Deus. Ele não depende da criatura, mas esta precisa dEle. Portanto, seu destino submete-se  ao que o seu Criador dispuser. Então, interroga-se: - "Por que Deus criou todas as coisas? Por que existe o mundo? O homem?" Estas perguntas tem uma única resposta: Deus criou tudo, porque é livre para criar, e Seu propósito baseia-se no fato da eterna bondade que Ele manifesta para Sua criação. Ao criar o mundo, não significa que Ele precisasse de alguma coisa para Si, já que Ele possui tudo (Jó 22.1-3). Ele criou todas as coisas para a Sua glória - Sl 18.2-5; Is 6.3; I Cor 6.20.




VIII - DE QUANTAS HORAS FORAM OS DIAS DA CRIAÇÃO:



Há uma curiosa expressão que, por vezes, é questionada pelos estudantes da Bíblia: - "E houve tarde e manhã" (Gn 1.5, 8, 13, 19, 23, 31). Em todos esses versículos, a encontramos no final de cada ato criativo. Ela faz parte de um relato de Moisés, o autor de Gênesis. Por isso, quando o escreveu, tinha sua mente voltada para a cultura oriental, especialmente a dos hebreus. Geralmente, o dia começava ao por do sol, à tardinha. Portanto, neste livro, a tarde sempre precedeu a manhã. De quantas horas foram estes dias da criação? De 12 ou de 14 horas? Alguns ensinadores forçam uma interpretação e os definem como de duração indefinida, ou até mesmo como eras geológicas. É difícil encontrar uma definição para este texto. Porém, não é fácil entender os métodos de Deus. Se um dia pode ser como mil anos e vice-versa, por que discutir esta questão? - II Pe 3.8.



Entretanto, humildemente e aceitando comentários contrários, entendo e curvo-me ante a interpretação de que os seis dias da criação foram de 24 horas, sob os seguintes argumentos:



(1) - Cada dia do Gênesis tem "tarde e manhã" (cf Gn 1.5, 8, 19, 23, 31), o que é próprio do dia de 24 horas na Bíblia.



(2) - Os dias foram enumerados (primeiro dia, segundo dia, terceiro dia, etc) uma característica peculiar dos dias de 24 horas na Bíblia.



(3) - Ex 20.11 compara os seis dias da criação como os seis dias de uma semana (literal) de trabalho de 144 horas. Ver ainda Ex 31.17.



(4) - Há evidência científica que suporta uma idade jovem (de milhares de anos) para a Terra.



(5) - Não haveria como a vida sobreviver milhões de anos do dia terceiro (Gn 1.11) ao dia quarto (Gn 1.14) sem luz.




IX - CONSIDERAÇÕES FINAIS:



Devemos ter muito cuidado com as especulações, pois o importante para nós é acreditarmos no que está escrito na Bíblia, sem jamais duvidarmos da sua veracidade. Realmente há muitos mistérios que envolvem a criação, mas fiquemos satisfeitos com o que Deus nos revelou em Sua Palavra.



Muitos querem confundir as nossas mentes, dizendo-nos que é impossível Deus ter criado todas as coisas em seis dias. Se a Bíblia nos dissesse que o mundo foi criado em questão de horas, minutos ou segundos, e ainda que JONAS TIVESSE ENGOLIDO UM GRANDE PEIXE, nós acreditaríamos da mesma forma, pois o poder do Todo-Poderoso é ilimitado. Amém.



FONTES DE PESQUISA E CONSULTA:

Lições Bíblicas CPAD - 4º Trimestre de 1995 - Comentarista: Elienai Cabral.
Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia - Editora Mundo Cristão - Norman Geisler e Thomas Howe