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28 de dez de 2015

1º TRIMESTRE DE 2016 - LIÇÃO Nº 01 - 02.12.2016 - "ESCATOLOGIA, O ESTUDO DAS ÚLTIMAS COISAS"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 01 - DATA 02/01/2016
TÍTULO: “ESCATOLOGIA, O ESTUDO DAS ÚLTIMAS COISAS”
TEXTO ÁUREO – II Tm 3.1
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Mt 24,4-5, 11-13; I Ts 1.10

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO






I – INTRODUÇÃO:



Não sabemos a que hora e em que momento Jesus virá. A hora e o dia somente o Pai sabe.     Porém, Sua vinda não nos pegará de surpresa, pois, como filhos de Deus, não temos mais prazer no pecado e procuramos viver em santidade.




II – A PALAVRA ESCATOLOGIA:



ESCATOLOGIA = O QUE VEM POR ÚLTIMO Designa a doutrina que diz respeito ao fim do mundo presente e ao mundo futuro (At 2:17; I Tm 4:1a; II Tm 3:1; Hb 1:1; II Pe 3:3a)



O nome ESCATOLOGIA baseia-se nas passagens das Escrituras que falam sobre os:



(A) - ÚLTIMOS DIAS (Is 2:2; Mq 4:1); OS ÚLTIMOS TEMPOS (I Pe 1:20) e;



(B) - A ÚLTIMA HORA (I Jo 2:18).



É verdade que estas expressões, às vezes, se referem a toda a disposição do Novo Testamento, mas, mesmo assim, incorporam uma Escatologia.




III - A IMPORTÂNCIA DA ESCATOLOGIA:



Ela levanta várias questões, tais como:



(A) - Qual é o fim ou destino final do indivíduo?



(B) - Qual a meta rumo a qual a raça humana caminha?



(C) - O homem perece na morte ou entra noutro estado de existência, quer de bem-aventurança ou quer de infortúnio?



(D) - As gerações dos homens virão e passarão numa sucessão interminável e finalmente sucumbirão no esquecimento, ou a raça dos filhos dos homens e toda a criação estarão a mover-se para algum fim que lhe foi designado por Deus?




IV - A ESCATOLOGIA PODE SER:



(A) - PROFÉTICA (baseada em visões ou predições sobre o futuro) – Jl 2:28-29 cf At 2:17-21; I Tm 4:1; II Tm 3:1; Hb 1:1; II Pe 3:3



Portanto, a expressão OS ÚLTIMOS DIAS e seu equivalente, apontam para: A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO NA SUA PLENITUDE; PARA A ÉPOCA DO EVANGELHO DE CRISTO e, concomitantemente, PARA OS ÚLTIMOS DIAS MAUS



(B) - APOCALÍPTICA (acompanhada de descrições imaginárias) – Lc 17:26-27:



(B.1) - COMER E BEBER = Orgias com comes e bebes; desregrados e licenciosos prazeres da mesa;



(B.2) - CASAVAM-SE E DAVAM-SE EM CASAMENTO = O casamento não é pecado, mas o sentido é que DESPOSAVAM MULHERES E REPUDIAVAM-NAS (Gn 4:19);



(B.3) - NÃO DERAM OUVIDOS A NOÉ (II Pe 2:5);



(B.4) - TINHAM CONHECIMENTO INTELECTUAL, porquanto construíram a arca;



(B.5) - PÉSSIMAS CONDIÇÕES MORAIS (Gn 6:5, 11)



(C) - PROSPECTIVA (fundamentada em conjecturas científicas) – Dn 12:4; Ne 2:4 (automóvel); Apc 11:9; (televisão); Lc 21:26 cf Apc 13:13 (bomba atômica); Zc 14:12 (bomba de neutron)



(D) - DIALÉTICA (baseada em raciocínios sobre a Filosofia ou Teologia da História) – Lc 2:1, 11 (terremotos); Lc 21:25 (maremotos); Mt 24:7 (flagelos); Tg 5:1-4 (luta entre o capital e o trabalho); II Tm 3:1-5 (homens sem lei)




V - CONTEÚDO DA ESCATOLOGIA:



(1) - INDIVIDUAL – Uma Escatologia que diz respeito ao ser humano individualmente. Inclui-se aí a MORTE FÍSICA; A IMORTALIDADE DA ALMA; A CONDIÇÃO INTERMEDIÁRIA DOS MORTOS; O JULGAMENTO DE CADA PESSOA PERANTE DEUS PELOS ATOS QUE PRATICOU NA EXISTÊNCIA TERRESTRE



(2) - COLETIVA ou GERAL – Uma Escatologia que diz respeito a todos os homens. Os assuntos desta divisão são: O RETORNO DE CRISTO; A RESSURREIÇÃO GERAL; O JUÍZO FINAL; A CONSUMAÇÃO DO REINO; A CONDIÇÃO FINAL DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS; JUÍZO ou JULGAMENTO UNIVERSAL, APÓS A RESSURREIÇÃO CORPORAL NO FIM DO MUNDO; RECOMPENSA DOS BONS E CONDENAÇÃO DOS MAUS.




VI - PERSPECTIVA DA ESCATOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO:



(1) - O DIA DO SENHOR e a frase abreviada NAQUELE DIA – Designam a visitação de Deus na história, bem como finalmente visitará de novo a fim de julgar os ímpios, redimir os justos e expurgar a terra de todo mal. Por conseguinte, O DIA DO SENHOR denota tanto as visitações divinas na história (5:7-8; Jl 1:15), como também a visitação escatológica final (Jl 3:14, 18; Sf 3:11, 16; Zc 14:9).



(2) - NOS ÚLTIMOS DIAS Deus virá estabelecer o Seu reino (Is 2:2; Os 3:5)



(3) - Diversas personagens messiânicas aparecem na esperança exibida pelo Antigo Testamento:



(3.1) - UM REI DAVÍDICO (Is 9:6-7; 11:18 e ss; Jr 23:5-6);



(3.2) - UM CELESTIAL FILHO DO HOMEM (Dn 7:13-14); e UM SERVO SOFREDOR (Is 53).



(3.3) - Mas, frequentemente, é O PRÓPRIO DEUS QUEM VIRÁ PARA REDIMIR O SEU POVO (Is 26:21; Jl 3:16; Zc 14:5; Ml 3:1-2)




VII - PERSPECTIVA DA ESCATOLOGIA NO NOVO TESTAMENTO:



(1) - OS ÚLTIMOS DIAS que testemunharão o estabelecimento do reino de Deus (Is 2:2-4; Os 3:5) estão atualmente presentes (Hb 1:2)



(2) - A promessa escatológica sobre o derramamento do Espírito Santo já ocorreu nestes últimos dias (Jl 2:8; Ez 36:27 cf At 2:16-17)



Entretanto, a era vindoura continua sendo reputada como o tempo da consumação do reino de Deus (Mc 10:25, 30), e por todo o Novo Testamento permanece como objeto de esperança (Mt 12:32; Lc 20:35; Jo 12:25; Ef 1:21), embora seus poderes possam ser experimentados em certa medida aqui e agora (Hb 6:5)




VIII – CONSIDERAÇÕES FINAIS:



Mesmo as religiões falsas, tanto as mais primitivas, como as mais evoluídas, têm sua escatologia:



(A) - O Budismo tem o seu Nirvana;



(B) - O Maometanismo, tem o seu paraíso sensual



(C) - Os Índios americanos tem os seus felizes campos da caça



Nessas religiões, porém, tudo é vago e incerto. É SOMENTE NA RELIGIÃO CRISTÃ QUE A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS RECEBE MAIOR PRECISÃO E TRAZ CONSIGO UMA SEGURANÇA QUE SÓ PODE SER DIVINA.



Falando em termos gerais, pode-se dizer que o Cristianismo nunca olvidou as gloriosas predições concernentes ao seu futuro ou ao futuro do cristão individual. Nem o cristão individual nem a Igreja puderam deixar de pensar nelas e de nelas achar consolo.



Temos consciência de que a morte física não é a morte eterna; que as almas dos mortos continuam vivendo após o falecimento do corpo; que Cristo virá outra vez; que haverá uma bendita ressurreição do povo de Deus; que esta será seguida por um julgamento geral, no qual a condenação eterna será pronunciada contra os ímpios, mas os fiéis serão recompensados com as glórias eternas no céu.



Assim, naturalmente, só os que creem que a história do mundo teve um princípio e que também terá um fim, podem falar de uma consumação e podem ter uma doutrina da Escatologia.

25 de dez de 2015

4º TRIMESTRE DE 2015 - LIÇÃO Nº 13 - 27.12.2015 - "JOSÉ, A REALIDADE DE UM SONHO"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 13 - DATA 27/12/2015
TÍTULO: “JOSÉ, A REALIDADE DE UM SONHO"
TEXTO ÁUREO – Gn 41,38
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gn 45.1-8
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO








I – INTRODUÇÃO:



Uma vida em comunhão com Deus é tão poderosa que pode suportar o ódio, a perseguição e o sofrimento que o mundo oferece (Is 64:4).




II – JOSÉ ERA RESPONSÁVEL E DE UM EXCELENTE CARÁTER MORAL:



ENCARREGADO DOS NEGÓCIOS DO PAI - (Gn 37:1-2) – Enquanto os seus irmãos iam com os seus rebanhos para lugares distantes em busca de pasto, José ficava em casa cuidando dos negócios de seu pai, trazendo-lhe também informações sobre os rebanhos (Gn 37:14). Nesta função administrativa, quando José dava relatórios a seu pai, não lhe ocultava o mal que os seus irmãos faziam. Seu caráter obrigava a falar a verdade.


MANTINHA ÍNTIMA COMUNHÃO COM DEUS – Isto lhe deu condições para a manifestação do Espírito Santo em sua vida, através de sonhos proféticos (Gn 37:5-11).


EMBORA ABENÇOADO, JOSÉ SOFREU DURAS TRIBULAÇÕES – José foi alvo de ódio cruel dos seus irmãos. Eles não podiam suportar a vida de íntima comunhão que José vivia com Deus e com o seu pai. Quando José, na sua simplicidade, lhes contou os seus sonhos, o ódio deles aumentou ainda mais (Gn 37:4-5).



III – A OBEDIÊNCIA E A HUMILDADE DE JOSÉ ABRIRAM-LHE A PORTA DA VITÓRIA:



JOSÉ ERA OBEDIENTE – (Gn 37:13) – Embora o caminho fosse longo e José soubesse que os seus irmãos manifestariam o seu ódio, ele queria honrar a seu pai e obedecê-lo de coração. A prontidão de José em obedecer abriu-lhe a porta da vitória nas dificuldades que ele haveria de enfrentar.


JOSÉ ERA HUMILDE – Gn 37:15-17 – Quando ele andava errante, andando pelo campo em busca de seus irmãos, encontrou-o alguém que podia indicar o caminho. José humildemente aceitou o conselho que lhe foi dado e assim achou seus irmãos. Existem muitos em nossos dias, que são tão autossuficientes que não precisam de conselhos e não os aceitam de quem quer que seja (Pv 13:1 cf 11:14; 15:22; 24:6 cf Pv 8:14).



IV – JOSÉ FOI BARBARAMENTE MALTRATADO POR SEUS IRMÃOS:



TIRARAM-LHE A TÚNICA – (Gn 37:23) – A túnica, a nossa roupa, representa a condição externa para nós nos apresentarmos na sociedade. Simboliza o mal que alguém procura fazer contra o outro, difamando-o, mentindo, falando mal e tirando-lhe o bom nome, que realmente representa uma riqueza (Mt 5:11; Sl 50:19-20; Ec 7:1; Pv 22:1).



LANÇARAM JOSÉ NUMA COVA – (Gn 37:24) – A Bíblia ensina que a cova representa assolação e quebrantamento pela perseguição. Faz-nos lembrar como os crentes foram torturados, andaram errantes pelos desertos e covas (Jr 38:6; Dn 6:24 cf Hb 11:36-37). Nos dias de hoje existem muitos crentes no mundo, cujo sofrimento parece como numa cova. Mas a Bíblia afirma que da mais profunda cova, pode-se invocar a Deus (Lm 3:55).



VENDERAM JOSÉ COMO ESCRAVO – (Gn 37:25-28) – José foi assim escravizado, privado de sua liberdade. Foi uma experiência das mais tristes.



O MOTIVO DA IMPIEDOSA PERSEGUIÇÃO DOS IRMÃOS DE JOSÉ: A INVEJA - At 7:9 – Os irmãos de José deram, sem querer, testemunho do estado de suas almas, quando enviaram a Jacó a túnica tingida de sangue, acompanhada da informação: “uma besta fera o comeu”. Vejamos o que a Bíblia ensina sobre a inveja (Tg 3:14 cf Sl 112:10; Pv 14:30).




V - O SEGREDO DA VITÓRIA DE JOSÉ: DEUS ESTAVA COM ELE:



Jesus jamais prometeu uma viagem sem tempestade, mas prometeu estar conosco, e com a Sua presença as ondas e a tempestade se acalmam (Mt 8:23-27 cf Sl 23:4; 18:29; 46:1; 91:15)



DEUS ESTAVA COM JOSÉ NA FEIRA DE ESCRAVOS – (Gn 39:1-2) – Jamais havia sido posto à venda um escravo tão nobre como José. A presença de Deus dava-lhe uma calma que dominava a sua maneira de se apresentar. Ele se destacava de todos os demais escravos. Só uma pessoa de bem poderia comprá-lo. Um capitão da guarda de Faraó precisava de um escravo e na feira ele se entusiasmou por José e o comprou, levando-o para a sua casa, sem saber que, quando José entrasse, o Deus de Israel também entraria com ele.



DEUS ESTAVA COM JOSÉ NA CASA DE POTIFAR – (Gn 39:3-5) – José obedecia todas as orientações que Potifar lhe dava e cumpria à risca as ordens com toda responsabilidade e lealdade. Isto lhe dava um crédito de confiança diante de Potifar. Quando José cumpriu o seu dever como empregado, Deus se manifestou confirmando a obra das suas mãos (Sl 90:17; Jó 22:28; Pv 16:3).



DEUS ESTAVA COM JOSÉ NA HORA DA TENTAÇÃO – Satanás não conseguiu derrubar José por meio das perseguições de seus irmãos. Procurou então abatê-lo pelo pecado na carne, usando a mulher de Potifar (Gn 39:6-12). Mas José venceu a tentação:



(1) José tinha temor de Deus (Gn 42:18) – O temor de Deus faz o homem desviar-se do mal (Pv 16:6).



(2) José fechou todas as portas do seu coração para o pecado – (Gn 39:10; Sl 101:3).



(3) José defendeu-se com a Palavra de Deus – (Gn 39:9) – José conhecia que era inconcebível um solteiro manter qualquer relação íntima com uma pessoa casada (Pv 6:27-29 cf Sl 119:11; 17:4).



(4) José fugiu – sinal de vitória completa – (Gn 39:12-13) – É bíblico e honroso fugir do pecado (II Tm 2:22; I Cor 10:14; I Tm 6:11).



(5) José foi injustamente punido – (Gn 39:20) – Quando Potifar ouviu as acusações de sua mulher, ordenou, sem nenhuma averiguação, que José fosse levado para o cárcere. Contudo, foi uma vitória, porquanto, se Potifar verdadeiramente tivesse acreditado nas palavras da sua mulher, a sentença infalivelmente teria sido a morte. Parece, porém que ele tinha as suas dúvidas, mas como o assunto chegou a ser conhecido, ele foi obrigado, para bem da moral de sua família, a punir José.



DEUS ESTAVA COM JOSÉ NA PRISÃO – Gn 39:21-23 – Deus estendeu sobre José a Sua benignidade e graça (Rm 2:4 cf Sl 36:7; Pv 119:76; Pv 20:28) – A graça e a benignidade de Deus fizeram aparecer em José as mais excelentes qualidades espirituais, a tal ponto, que o carcereiro-mor pode ver as elevadas qualidades de José, como ele em tudo obedecia e em tudo se sujeitava.



DEUS DESPERTOU FARAÓ COM DOIS SONHOS PROFÉTICOS – (Gn 41:4-7) – Faraó convocou os adivinhadores e sábios de todo o país para interpretarem os sonhos, porém não conseguiram, fazendo com que Faraó ficasse perturbado (Gn 41:8 cf I Cor 2:14). A aflição de Faraó fez o copeiro-mor despertar (Gn 40:14). Ele contou a Faraó a sua experiência e Faraó mandou imediatamente chamar José.



JOSÉ FOI LEVADO À PRESENÇA DE FARAÓ – (Gn 41:14) – Observemos o grande significado que tem a maneira como nós nos apresentamos! Um crente que zela pelo seu bom testemunho, tem cuidado de apresentar-se de modo tal, que não prejudique a sua condição de crente.



DIANTE DE FARAÓ, JOSÉ MOSTROU A SUA HUMILDADE PECULIAR (Gn 41:15-16) – Esta é a atitude certa para aquele que deseja ser usado por Deus (II Cor 3:5-6; 12:9-10).



FARAÓ NOMEOU JOSÉ COMO SUA SEGUNDA PESSOA (Gn 41:38-43 cf Sl 105:19-20 cf At 7:10) – José foi imediatamente empossado no cargo de governador do Egito. Agora José podia perfeitamente compreender que tudo que lhe acontecera da parte de Deus, foi para o seu bem. Devemos sempre esperar no Senhor e nunca levantarmos a nossa voz contra Deus, porque Ele jamais falhará. Um dia tudo se esclarece (Rm 8:28; Jo 13:7; Sl 27:14; 37:34; 62:1, 5).



Este foi o segredo de José. Ele pode suportar que a túnica lhe fosse tirada, que fosse lançado na cova e vendido como escravo, porque, em todos estes momentos, Deus estava com ele.

FONTE DE CONSULTA:
Lições Bíblicas – CPAD – 3º Trimestre de 1982 – Comentarista: Eurico Bergstén