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29 de jul de 2016

3º TRIMESTRE DE 2016 - LIÇÃO º 05 - 31.07.2016 - "A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 05 - DATA 31/07/2016
TÍTULO: “A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS”
TEXTO ÁUREO – Mt 11.1
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: At 2.1-12

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
I - INTRODUÇÃO:



Jesus Cristo mandou pregar o evangelho a toda a criatura, em todo o mundo. Nenhum lugar pode ficar excluído e nenhuma pessoa deve ser considerada não-evangelizável.





II – PEQUENO HISTÓRICO DO BRASIL:



No Brasil, como em muitos países, 80% das pessoas vivem nas cidades, ao contrário do que havia há poucas décadas, quando a maior parte vivia nas áreas rurais.



Este é um grande desafio para as igrejas cristãs.



As cidades têm grandes e graves problemas, próprios do crescimento urbano desordenado a que são submetidas, tais como concentração excessiva de pessoas, desigualdades sociais, problemas de habitação, favelas, falta de saneamento, de saúde, etc.



No que tange à evangelização, as cidades oferecem facilidades e dificuldades, como veremos adiante. As igrejas precisam ter estratégias de trabalho para alcançar as cidades. Há diferenças, entre evangelizar numa Metrópole e num lugar interiorano.



Neste estudo, apenas damos uma pequena contribuição à reflexão sobre o assunto.




III – FENÔMENO DAS CIDADES:



No início de tudo, os homens viviam em áreas agropastoris. Com o passar do tempo, a escassez de bens os obrigava a sair, em busca de outros locais para sobrevivência. Sempre houve uma tendência para os homens se concentrarem em torno de um núcleo populacional. A famosa TORRE DE BABEL foi uma tentativa de concentração urbana, não aprovada por Deus. Este queria que os homens se multiplicassem, enchendo a Terra.



Damy FERREIRA (P. 139) vê a evolução das cidades em várias etapas.



A primeira, de 5.000 a.C. a 500 d.C, até à queda de Roma, quando se estabeleceram grandes cidades como Jericó, Biblos, Jerusalém, Babilônia, Nínive, Atenas, Esparta e Roma. Eram as chamadas "polis".



A segunda, quando encontramos, na Renascença, já na Idade Moderna, as cidades de Roma, Florença, Constantinopla, Londres, Paris, Toledo, entre outras. Eram as chamadas "neópolis".



A terceira, com a Revolução Industrial, por volta de 1750, quando apareceram cidades-pólos, como Nova lorque, Chicago, Londres, Berlim, Paris, Tóquio, Moscou, etc. São as "metrópoles", verdadeiras cidades-mães.



A última etapa, já na época atual, surgem as "megalópoles", com cidades-satélites e bairros ligados uns aos outros. Dentre elas, destacam-se S. Paulo, Rio de Janeiro, Tóquio, Londres, N. lorque, etc.



As cidades em geral são tratadas como de pequeno, médio e grande porte, dependendo da população, tamanho, influência, etc.




IV – AS CIDADES NA BÍBLIA:



Há quem pregue que as cidades são de origem humana, sem a aprovação divina, alegando que a primeira cidade foi criada por um homicida, Caim. E que Deus planejou um jardim e não uma Cidade (Gn 4.17).



Depois do Dilúvio, os homens procuraram fazer cidades. Nessa visita, diz-se que há um plano diabólico para as cidades. Elas, quanto maiores, são o refúgio ideal para criminosos, centros de prostituição, do crime, da violência. De fato, as aglomerações urbanas, nos moldes em que sido construídas, resultam em lugares perigosos, onde a qualidade de vida, em geral, torna-se difícil para o bem-estar espiritual e humano.



Discordando da opinião dos que vêm a cidade como centros mais favoráveis ao diabo, Ferreira (P. 140) diz que Deus tem planos importantes para as grandes cidades. O Cristianismo surgiu numa grande cidade - Jerusalém - , espalhando-se por grandes centros, como Samaria, e Antioquia.



Por outro lado, Deus mandou Abraão sair de Ur, uma grande cidade, e mandou começar a conquista de Canaã por Jericó, de porte considerável para sua época.



(Linthicum, p. 27) diz que "a Cidade é campo de batalha entre Deus e satanás" e que Ele se preocupa com o bem-estar da Cidade (Jn 4.10) e que a atividade redentora de Deus centraliza-se em muito nas cidades (Is 46.4-5; Zc 8.3; Mc 15.21.39), lembrando que a vinda do reino de Deus é descrita como a vinda de uma Cidade redimida - a Nova Jerusalém (Ap 21-22).



Deus permitiu que Israel construísse cidades (Am 9.14). Em Canaã, em meio as cidades tomadas, Deus determinou que houvesse "cidades de refúgio (Nm 35.11).




V – JESUS E AS CIDADE:



No seu ministério terreno, Jesus desenvolveu a evangelização tanto na área rural como nas cidades (Lc 8.1); (Lc 19.41); (Mt 10.11).



Seguindo o exemplo de Jesus, a igreja atual precisa enfrentar o desafio da evangelização ou das missões urbanas.




VI – DESAFIO DAS MISSÕES URBANAS:



As cidades, com sua complexidade social, cultural, econômica, emocional e espiritual, constituem-se campo propício para atuação da igreja ou do inferno; dos cristãos ou dos feiticeiros; dos homens de bem ou dos assassinos.



A cidade em que vivemos é campo de batalha entre Deus e o diabo; a cidade pertencerá aos céus ou ao inferno; depende de quem agir com mais eficiência e eficácia, com as forças dos céus ou do inimigo.



Segundo LINTHICUM (p. 23), os sistemas sociais, econômicos, políticos, educacionais e outros, na Cidade, estão sob a influência dos demônios, das potestades das trevas. É preciso muito poder, muita oração, muito jejum e muita ação para que as estruturas das cidades sejam tomadas do poder do inimigo. O desafio é grande: o que está conosco é maior do que ele.



VI – PONTOS FAVORÁVEIS PARA AS MISSÕES URBANAS:



HESSEL GRAVE (p. 71), diz que as cidades são pólos de influência sobre toda uma área a seu redor, sendo, por isso mais favoráveis para a implantação de igrejas, pelas seguintes razões:



1) Abertura às mudanças;



2) Concentração de recursos;



3) Potencial para contato relevante com as comunidades em redor.



VII – PONTOS DESFAVORÁVEIS PARA AS MISSÕES URBANAS:



(1) – Populações concentradas verticalmente em edifícios fechados. Os condomínios, hoje, são quase impenetráveis aos que desejam evangelizar pessoalmente.



2) Excesso de entretenimento. Antigamente, só havia um pequeno campo de futebol em cidades de médio porte. Hoje, há estádios grandes, que atraem muita gente; a televisão tirou as pessoas das ruas e as confinou dentro de suas casas. O evangelismo pessoal é muito dificultado nessas condições. O uso da televisão é muito caro para atingir as pessoas confinadas em suas casas.



3) A concentração de igrejas diferentes, além das seitas diversas, causam confusão junto à população. Cada uma evangelizando com mensagens diferentes e contraditórias. Parece que há um “supermercado da fé”. Há quem ofereça religião como mercadoria mais barata, em “promoção”, com descontos (sem exigências, sem compromissos) e há os que “cobram” caro demais, com exigências radicais.



4) O elevado grau de materialismo e consumismo, do homem urbano faz com que o mesmo sinta-se autossuficiente, sem a necessidade de Deus.



5) Os movimentos filosófico- religiosos, tipo Nova Era, apontam para uma vida isenta de responsabilidades para com o Deus pessoal, Senhor de todos. Como enfrentar essas dificuldades?



VIII – ESTRATÉGIAS PARA AS MISSÕES URBANA:



1) ORAÇÃO E JEJUM PELA CIDADE. O homem pecador se opõe a Deus (1 Co 2.14; Rm 8.7; Ef 2.1). O diabo força o homem a não buscar a Deus (Ef 2.2; 2 Co 4.4). Qualquer plano de evangelização por melhor que seja, com recursos, métodos, estratégias, fracassará, se não tiver o PODER DE DEUS. Este só vem pela busca, pela Oração.



Deus age. Fp 1.29; Ef 2.8; Jo 6.44. Os demônios infestam as cidades. Só são expulsos pelo poder da oração (Sl 122; Jr 29.7; Lc 19.41). A oração é a base.



2) PREPARO DAS PESSOAS PARA A EVANGELIZAÇÃO DAS CIDADES. Esse preparo refere-se ao estudo da Palavra de Deus. É o preparo na Palavra (2 Tm 2.15). As seitas preparam bem seus adeptos. As igrejas precisam gastar tempo e recursos no preparo dos que evangelizam.



3) PLANEJAMENTO DA EVANGELIZAÇÃO. O sucesso da evangelização depende do Espírito Santo. Só Ele convence o pecador (Jo 16.8). Entretanto, no que depende de nós, precisamos fazer o que está ao nosso alcance, a nossa parte.



4) Definir áreas a serem evangelizadas. (Bairro, quarteirão, ruas)



5) Definir os grupos de evangelização



6) Distribuir as áreas com os grupos (Rua tal com grupo tal; ou quarteirão tal com tal grupo, etc.



7) Estabelecer metas ou alvos (nº de decisões, pessoas batizadas, etc..)



8) Preparar os meios necessários: literatura, equipamentos, recursos financeiros, etc.



9) Mobilizar todos os setores da igreja para a execução do que for planejado: jovens, adolescentes, adultos, com a LIDERANÇA À FRENTE.



IX - MÉTODOS DE EVANGELISMO PARA AS MISSÕES URBANAS:



1 - EVANGELISMO PESSOAL. E o mais tradicional e muito eficiente, principalmente nos bairros mais pobres. Inclui pessoa a pessoa; casa-em-casa; evangelização em aeroportos, em bares e restaurantes; venda se livros; evangelizar em estações rodo e ferroviárias; na entrada de estádios; em feiras-livres; em filas (INAMPS, bancos, ônibus, etc.); em hospitais, penitenciárias, em escolas (intervalos de aula);



2. EVANGELISMO EM GRUPO - Inclui evangelização de grupos de pessoas: grupos de alunos, de professores, de menores abandonados, de homossexuais, de prostitutas, e também os já conhecidos GRUPOS FAMILIARES, ou células de evangelização; reuniões especiais em restaurantes, chás, classes na Escola Dominical (foi criada para isso); evangelização com vídeo (reúne-se um grupo);



3. EVANGELISMO EM MASSA - Inclui cultos ao ar-livre, série de palestras ou conferências nas igrejas; cruzadas evangelísticas, campanhas. Só tem valor se houver uma preocupação séria com o DISCIPULADO. E melhor preparar primeiro as pessoas para fazer o discipulado antes de fazer a evangelização.



4. DISCIPULADO - É indispensável que, em cada igreja ou congregação, haja grupos ou setores de discipulado, que integrem o novo converso de maneira segura e acolhedora. Sem esse trabalho, toda a evangelização fica frustrada. Perdem-se mais de 90% das decisões em pouco tempo.



X – MEIOS PARA EVANGELIZAÇÃO URBANA:



1) Programas de rádio e de televisão;



2) Adesivos para veículos;



3) Revistas, e jornais para autoridades, consultórios médicos;



4) Apresentações de corais, bandas e conjuntos em público, em praças, em escolas, em bancos, em repartições;



5) Distribuição de Bíblias a autoridades;



6) Literatura (folhetos) bem selecionados;



7) Exposição de Bíblias e de literatura evangélica;



8) Artigos em jornais da cidade;



9) Telefone;



10) Cartas e cartões-postais; e muitos outros.

Pr. Elinaldo Renovato de Lima
 

21 de jul de 2016

3º TRIMESTRE DE 2016 - LIÇÃO Nº 04 - 24/07/2016 - "O TRABALHO E ATRIBUTOS DO GANHADOR DE ALMAS"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 04 - DATA 24/07/2016
TÍTULO: “O TRABALHO E ATRIBUTOS DO GANHADOR DE ALMAS”
TEXTO ÁUREO – II Tm 4.5
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: At 8.26-40

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
 
 
 
 
 
 
 
 
I – INTRODUÇÃO:



A Conversão do Eunuco Etíope. 8:26-40 - Lucas registra um novo passo na direção da expansão da igreja, além de seu cenário judeu inicial, contando a conversão do eunuco etíope, que possivelmente era semi-convertido ao judaísmo, embora também pudesse ser judeu.



At 8.27 - Os eunucos serviam nas cortes orientais ocupando posições de grande autoridade.



Candace. Não um nome próprio mas o título de uma autoridade real. O rei da Etiópia era considerado o filho do sol e portanto sagrado demais para exercer as funções propriamente ditas do governo.



A rainha mãe, que era chamada Candace, governava. Esse eunuco era provavelmente um gentio temente a Deus ou um semi-convertido ao Judaísmo, que fora a Jerusalém em peregrinação. Como eunuco, não poderia jamais pertencer ao povo de Deus do V.T. (Dt. 23:1), mas essas pessoas tinham de aceitar o Evangelho.



At 8.28 - Viajando em uma carruagem coberta, provavelmente puxada por bois, estava lendo o profeta Isaías na tradução grega.


At 8.30 - Os antigos costumavam ler em voz alta, e Filipe ouviu o eunuco lendo em Isaías.



At 8.32, 33. A passagem da Escritura era Is. 53:7, 8. Ela descreve alguém que sofreu em silêncio, a quem foi negado justiça, e que foi morto.



At 8.34 - Antes da vinda de Cristo, os judeus compreenderam que esta era uma passagem messiânica e que o sofrimento do servo era uma profecia dos sofrimentos do seu Messias. Mais tarde alguns interpretaram o servo sofredor como sendo o profeta e outros como o povo de Israel.



At 8.35 - Filipe mostrou ao eunuco que essa era uma profecia sobre Jesus. Isto retrocede aos ensinamentos de nosso Senhor mesmo que dizia ter vindo para servir e dar a sua vida em resgate de muitos (Mc. 10:45).



At 8.36 - A nordeste de Gaza há um vale onde existe água corrente. Ao que parece a explicação de Filipe incluiu um apelo para que o eunuco aceitasse a Jesus e fosse batizado, pois este pediu a Filipe para ser batizado.



At 8.37 - Este versículo não se encontra nos textos gregos mais antigos. Foi acrescentado há muito tempo atrás e reflete a prática cristã da igreja primitiva de batizar as pessoas imediatamente após a profissão de fé em Jesus Cristo.




At 8.38 - Uma das nossas mais antigas obras cristãs pós-bíblicas, a Didaquê (cerca de 125 A.D.), diz que o batismo deve ser realizado em água corrente, se possível.




At 8.39,40. - Não sabemos o que aconteceu ao eunuco, mas a tradição conta que ele se tornou um missionário entre o seu próprio povo. Filipe visitou Azoto, a antiga cidade de Asdode, cerca de vinte milhas ao norte de Gaza, e depois seguiu para o norte ao longo da costa, pregando o Evangelho em diversas cidades, provavelmente incluindo Lídia e Jope (9:32 e segs.). Depois foi a Cesaréia, onde ao que parece se estabeleceu, pois lá residia numa data posterior (21:8). Cesaréia era uma cidade gentia e a residência oficial dos procuradores romanos na Judéia.




II - AS QUALIDADES DE UM EVANGELISTA:



Mateus – 28.16-20 - havia dois amigos: João e José. Estes eram amigos por muito tempo. João era evangélico mas ele não falava de Jesus para José: almoçavam juntos, faziam muitas coisas juntos mas João nunca falou de Jesus para José. Houve um dia que José chegou muito alegre para o seu amigo dizendo que tinha conhecido a Jesus Cristo e tinha aceitado no seu coração, mas quando João falou para José que ele já tinha conhecido Jesus e o aceitado, José ficou totalmente surpreso com ele e decepcionado.

O evangelho é para todos é para a sua família, para os seus amigos, para os seus parentes para todos que você conhece e não conhece, por isto temos que estar procurando passar este evangelho a outras pessoas.



Depois que Jesus foi crucificado, morto, sepultado, Maria Madalena e a outra Maria foi ao sepulcro ali elas encontraram um anjo. Ele respondeu-lhes que sabia o que elas estavam procurando e ele disse que Jesus tinha ressuscitado como Ele tinha dito aos Seus discípulos. E o anjo pediu para que elas falassem para todos os discípulos e ali Jesus veio ao encontro delas e elas os Adoraram e o beijou. Jesus pediu para ir todos os discípulos a Galiléia para vê-lo. E ali Jesus o apareceu para eles e deu uma ordem a eles, para que todos fossem e pregassem o evangelho a toda criatura e batizassem em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo.



III – AS QUALIDADES DE UM EVANGELISTA:



Para uma pessoa proclamar ou pregar o evangelho de Cristo tem que haver algumas qualidades.



I- Temos que ter a conversão - Se quisermos levar outras pessoas para Cristo teremos que Renunciar muitas coisas e seguir a Jesus, teremos que ter transformação de nossas mentes. Romanos 12:2



Salmos 51:12-13 - Davi estava pedindo perdão pelo seu pecado pelo adultério e o homicídio que ele causou. Neste vemos claramente a conversão de Davi.



A conversão para o ser humano é muito importante por que a conversão é a volta do homem para Deus e aí ele vai entender as coisas de Deus. E aí o homem vai ouvir a voz de Deus.


Tiago 5:20 - Sabei que aquele que fizer converter um pecador do erro do seu caminho salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecado.




IV – A SANTIDADE LEVA A UMA EVANGELIZAÇÃO EFICAZ:



A santificação é importante para as nossas vidas porque o pecado faz separação entre Deus e o Homem. Em Isaías 59:2.



O pecado nos traz a morte a desgraça nós temos vários exemplos podemos citar: Dentro do de Israel no Velho Testamento domo no Novo Testamento também temos vários exemplos vamos citar alguns:



No V.T. - Quando o povo de Israel foi guerrear contra Jericó Deus ordena ao povo de Israel que não pegasse nada daquela guerra, mas Acã vendo uma capa e alguns siclos de ouro e prata ele vai e pega estes objetos.




Josué 6:17-19 diz Porém a cidade será condenada, ela e tudo o que houver nela. Somente a Prostituta Raabe viverá, ela e todos os que estiverem em casa, porque escondeu os mensageiros que enviamos.



Tão somente guardai-vos das coisas condenadas, para que, tendo-as vós condenado, não tomeis delas coisa alguma, e não façais maldito o arraial de Israel e o perturbeis.

Porém toda a Prata, e o ouro, e os vasos de bronze e de ferro, são consagrados ao Senhor, e irão para o tesouro do Senhor.



Esta foi a ordem que Deus deu ao povo de Israel mas o que Acã fez: -



Josué 8: 20-21 Respondeu Acã a Josué: Verdadeiramente pequei contra o Senhor Deus de Israel eis o que eu fiz: Quando eu vi entre os despojo uma boa capa babilônica, e duzentos ciclos de prata e uma cunha de ouro de peso de cinquenta ciclos, cobicei-os e tomei-os. E estão escondidos no meio da minha tenda, e a prata debaixo da capa.



E foi assim que aconteceu. Tudo que Acã havia como propriedade e a sua família inteira foi apedrejado e queimado.

No N.T. - houve também pecado por parte de Ananias e Safira. Eles venderam uma propriedade deles mesmo e daria tudo para a Igreja mas eles pegaram uma parte para eles e disse que estava dando tudo a igreja. Quando eles chegaram a igreja, Pedro confrontaram e ali mesmos caíram e morreram. Atos 5:1-11.



Nestes dois exemplos que citamos vemos que o pecado não compensa por que ele nos traz a separação entre Deus e o homem e também nos traz morte.



Para pregarmos, temos que ter e estar em comunhão com Deus e sermos convertidos de verdade Deus não é brincadeira e não podemos brincar com Ele. Se nós estivermos em pecado não podemos pregar o evangelho porque perdemos a autoridade; o nosso testemunho devemos procurar a santificação por que o nosso Deus é santo. I Pedro 1:15-16



Pelo contrário, segundo é Santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento, porque está: sede santos porque eu sou santo.



Irmãos a santidade é muito importante para as nossas vidas e no nosso evangelismo porque o nosso inimigo nos acusa se estivermos sem santificação.



V - A OBEDIÊNCIA TAMBÉM É MUITO IMPORTANTE PARA O NOSSO EVANGELISMO:



No dicionário Aurélio a obediência quer dizer: submissão à vontade de alguém, sujeição, dependência, submissão extrema.



A obediência é um ato muito importante para o homem com Deus em I Samuel 15:22



Deus é importante para você? Se a resposta for importante então obedeça a Ele Deut 26:16 - Aqui neste versículo Deus está falando a nós que devemos cumprir todos os estatutos Dele, Não somente em uma parte mas todos em geral e fazermos com todo amor e de toda a nossa alma Ele está dizendo que se for para nós cumprirmos devemos cumprir com todo coração e toda a alma.



Mateus 7:24 e 26 diz: Todo aquele, pois, que ouve estas minhas Palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa na rocha. E toda aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia.

A palavra de Deus é claríssima se nós ouvimos e não cumprimos temos as nossas consequências por isto vamos praticar esta palavra maravilhosa de Deus.



VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:



Neste texto que lemos no começo está dizendo que temos que sair para pregar o Evangelho de Cristo e isto é muito importante a nós e a Deus devemos estar andando na ordem de Deus por isto não deixamos de pregar o evangelho a outras pessoas como devemos ir para longe para pregar não podemos pregar para as pessoas do nosso lado tenhamos também praticando estas três qualidades que acabamos de falar se não conseguiremos falar de Jesus e a ninguém.



Que Deus abençoe a todos e que Ele esteja conosco até o fim dos nossos dias, AMÉM.