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14 de dez de 2011

4º TRIMESTRE DE 2011 - LIÇÃO Nº 12 - 18/12/2011 - "AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 12 - DATA: 18/12/2011
TÍTULO: “AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL”
TEXTO ÁUREO – II Cor 6:14
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ne 13:23-29
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/





I – INTRODUÇÃO:




O namoro é um jugo de comunhão que pode se transformar em casamento. Por isso, não entre na idéia de que poderá namorar um (a) incrédulo (a) só para passar o tempo e que, na hora em que resolver se casar, procurará um (a) jovem crente. Não se iluda, também, pensando que vai ganhá-lo (a) para Jesus. Será mais fácil o incrédulo arrastar o crente para o mundo, pois, ao começar o namoro com um jugo desigual, já se deu o primeiro passo naquela direção. Assim, guardemos o seguinte: O NAMORO NUNCA FOI MÉTODO UTILIZADO PARA SE EVANGELIZAR E DE SE ALCANÇAR ALMAS PARA CRISTO!





II - DUAS QUESTÕES DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA E QUE TEM SIDO CAUSA DO FRACASSO DE MUITOS CASAMENTOS:




(1) – O JUGO DESIGUAL: - II Cor 6:14 - Esta questão do “jugo desigual” que, antigamente, era levada muito a sério, principalmente, pelos pais crentes, hoje caiu de importância, sendo aceito, ou tolerado. Todavia, Deus continua não aceitando a mistura entre justos e ímpios; entre o mundo e a Igreja (Dt 7:2-4). Num Casamento Cristão o jugo desigual tem que ser evitado.




Os círculos de oração, com muita frequência, são procurados por pessoas que, embora conhecessem a verdade, casaram-se com incrédulos e, por isso, vivem amarguradas e cheias de problemas.




Ainda que, depois de casados, o salvo consiga manter-se na Igreja, sem que o outro se importe, haverá muitas divergências. Portanto, tenha cuidado com o jugo desigual!




Conta-se que uma senhorita visitou, certa vez, Spurgeon e lhe apresentou o seguinte argumento:




- “Eu posso ganhar meu pretendido, que não é crente, para Cristo”.




Como resposta, Spurgeon mandou-a sentar-se sobre uma mesa.




Espantada, a moça fez o que ele pediu.




Depois, Spurgeon solicitou que a moça o erguesse do chão para o alto da mesa. Disse ela:




- “Impossível!”




Disse, então, o homem de Deus:




- “Exatamente! Mas eu posso puxá-la para baixo.”




Dito e feito! Em segundos, a moça encontrava-se no chão.




Com toda a gravidade, aquele servo de Deus advertiu aquela moça:




- “Se desobedecer a Palavra de Deus, você jamais levantará o seu namorado incrédulo; mas ele, sim, a fará cair em fração de segundos”.




Dois não podem andar juntos, a menos que estejam de acordo! Por isso: CUIDADO COM O JUGO DESIGUAL!.






(1.1) – O JUGO DESIGUAL ENTRE CRENTES: - O jugo desigual pode existir, também, no Casamento entre os próprios Crentes. Isto porque, de acordo com A Palavra de Deus, existem os crentes salvos, as virgens prudentes, o trigo, os peixes bons, as árvores boas que produzem frutos bons.




Porém, existem também os crentes não salvos, as virgens loucas, o joio, os peixes ruins, as árvores ruins que produzem frutos ruins.




Assim, só Deus, que conhece os corações, poderá, em resposta à oração, livrar Seus filhos de um jugo desigual dentro da própria Igreja.




Para casar-se, portanto, mesmo que entre crentes, não se pode dispensar a oração.





(2) – CASAMENTO ENTRE “OS VASOS DO SENHOR” – Este é um erro que também pode e deve ser evitado.




Este tipo de casamento acontece quando o “irmão em Cristo” casa-se com a “irmã em Cristo”; quando é realizado, apenas, com base nas afinidades espirituais, ou “no amor ágape”, que é o amor de Deus existente entre eles.




Neste caso, o “irmão em Cristo” (que é uma bênção) não consegue enxergar a esposa/mulher, a companheira, a cônjuge; ele só vê “o vaso do Senhor”, “o instrumento que Deus usa”!




Da mesma forma, a “irmã em Cristo” (que também é uma bênção), não vê o marido/homem, o esposo, o cônjuge; só consegue enxergar o “irmão em Cristo”, “o vaso do Senhor”, “o instrumento usado por Deus”.




Isto acontece porque o amor espiritual existente entre eles (o amor “ágape”), não gera desejo carnal.




Se resolverem casar, sem consultar a Deus, este casamento tem tudo para dar errado. Não havendo o “Eros”, que é o amor carnal, que gera desejo sexual, o relacionamento sexual será prejudicado e o Casamento poderá ser desfeito.




Quando isto acontece, muitos se surpreendem, e dizem:




- “Não é possível! Os dois eram uma bênção! O Casamento tinha tudo para dar certo!”




Todavia, quem conhece A Palavra de Deus, sabe que aquele Casamento tinha tudo para dar errado! Os dois eram uma bênção... e continuariam sendo, se não tivessem casado! As “duas bênçãos”, os “dois vasos”, os “dois instrumentos usados por Deus” se casaram e não deu certo. Por que?




Porque ele não viu a esposa/mulher que estava na “irmã em Cristo”; ela também não viu o esposo/homem que estava no “irmão em Cristo”!




Quando, depois de casados, ela descobriu o homem que agora era seu esposo, e ele descobriu a mulher, que agora era sua esposa, constataram que não havia amor carnal para uni-los sexualmente. O “irmão em Cristo” tinha se casado com a “irmã em Cristo” e vice-versa! Deu errado! Certamente que daria errado!




Aos olhos dos outros, parece que são felizes! Mas não são! Pior ainda: Muitas vezes, deixam de ser uma bênção, deixam de ser um vaso, deixam de ser um instrumento usado por Deus!




Para dar certo, o “irmão em Cristo” tem que casar com uma mulher que será sua esposa e, ao mesmo tempo, será sua “irmã em Cristo”. Da mesma sorte, a “irmã em Cristo” tem que casar com um homem que será seu esposo e, ao mesmo tempo, seu “irmão em Cristo”. É preciso que o homem veja a mulher que está na irmã e que a mulher veja o homem que está no irmão. Que sintam atração física um pelo outro.




Casar por ter dó do irmão, está errado! Casar por ter dó da irmã, está errado! Casar sem atração física, está errado!




Crente precisa casar com Crente! Mas não se casa só por ser crente, só pelo fato de ser membro de uma mesma Igreja. Não se casa, apenas, por ter afinidades espirituais.




Pretender casar-se porque o irmão, ou a irmã é uma bênção, porque é um Obreiro, um Professor de Escola Dominical, porque os dois cantam juntos, porque têm comunhão, prazer em estar um perto do outro ...tudo isto não basta!




Para que um Casamento possa dar certo, e cumprir seus propósitos, é preciso que haja entre o casal as três expressões do amor:




(1) – O AMOR “ÁGAPE” = O AMOR DIVINO;




(2) – O AMOR “EROS” = O AMOR CARNAL; e




(3) – O AMOR “PHILIS” = O AMOR AMIZADE ou SOCIAL.





III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:




II Cor 6:14-18; 7:1 – “NÃO VOS PONHAIS EM JUGO DESIGUAL”




(1) – As razões para isso são:




(a) – A justiça e a injustiça não têm nada em comum




(b) – A luz e as trevas não têm comunhão




(c) – Cristo e o maligno não têm harmonia




(d) – O crente e o incrédulo nada têm em comum




(e) – Deus proíbe, por uma ordem direta.





(2) – A advertência divina diz:




(a) – Retirai-vos do meio deles




(b) – Separai-vos do mundo




(c) – Não toqueis em cousas impuras





(3) – As maravilhosas promessas:




(a) – Receber-vos-ei




(b) – Serei vosso Pai




(c) – Sereis para mim filhos e filhas





FONTES DE CONSULTA:




1) A Santidade do Sexo – Editora Fiel - Frank Lawes e Stephen Olford




2) Sexo e Casamento – Editora fiel – M. Capper e M. Williams




3) Mil Esboços Bíblicos – Editora Evangélica Esperança – Georg Brinke




4) Responda-me, por favor – CPAD – Marta Doreto de Andrade e Claudionor Corrêa de Andrade