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22 de jan de 2009

LIÇÃO Nº 05 - 01/02/2009 - A CONQUISTA DE JERICÓ

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA 
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL 
LIÇÃO 05 - DIA 01/02/2009 
TÍTULO: “A CONQUISTA DE JERICÓ” 
TEXTO ÁUREO – Hb 11:30 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Js 6:1-5, 15-16, 20
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
  • I – INTRODUÇÃO:
  • Após terem atravessado milagrosamente o Jordão, os filhos de Israel se encontram agora diante de outro obstáculo: a cidade de Jericó - Uma verdadeira fortaleza cananéia, estrategicamente encravada na entrada da terra prometida. Além do mais, Jericó, sendo uma cidade fortificada, era atuada por forças do mal, forças espirituais, que somente poderiam ser aniquiladas pelo Espírito de Deus. Josué, então, ouve a voz de Deus a lhe encorajar neste momento (Js 6:2). 

  • II – AS INSTRUÇÕES DE DEUS PARA SEU POVO:

  • 1. Js 6:3 – RODEAR A CIDADE POR SEIS DIAS - ÊX 20. 9-10 - Profeticamente falando, isso iria agora acontecer na cidade de Jericó. O povo tinha de rodear a cidade por seis dias, mas no sétimo dia a atuação divina acompanharia a grita do povo. No sétimo dia na sétima volta, o Deus de Israel efetuaria a derrubada do muro por meio de implosão. Deus poderia ter derrubado os muros sem a participação do povo. Mas isso certamente não edificaria a fé do povo de Israel. Era então, com efeito, necessária a participação do povo, andando, tocando e gritando ao redor da cidade. Era um verdadeiro movimento pentecostal contextuando com a atuação da Igreja na presente dispensação. Quando nós começamos, Deus começa também (Js 6:5, 20 cf Mc 16:20; I Cor 3:9). 

  • 2. Js 6:4 – SETE SACERDOTES LEVARÃO SETE BUZINAS - As Escrituras declaram que o povo de Israel estava familiarizado com o som da trombeta em qualquer sentido. Havia diversos timbres de trombeta, mas todas davam toque certo, para que a voz tivesse sentido (l Co 14. 8). Por exemplo:
  • Nos dias de alegria, festividades e sacrifícios (Nm 10.1-6).
  • Em tempos de guerras (Nm 10.9; Ez 33.1-7).
  • A fim de convocar o povo para ouvir os mandamentos divinos (Êx 19.19).
  • Em meio à guerra também havia sons de trombetas, o que está em foco nesta lição (Js 6.4,5).
  • Nas festividades solenes (Sl 81.3). 
  • Nas mãos dos profetas, as trombetas simbolizavam pronunciamentos escatológicos (Is27.13; Jl 2:1; Sf 1:l6; l Cor 15.52; l Ts 4.16). 
  • Nas mãos dos anjos de Deus, elas representam castigos iminentes (Ap 8.7 e 11. 15). 
  • Assim, as trombetas, em número de sete, indicavam que Deus traria algum julgamento, perfeito, completo e inteiramente apropriado para realizar seu propósito contra a cidade de Jericó. Concomitantemente, foi o que aconteceu (Js 6:20-24).

  • III - A QUEDA DOS MUROS E A CONQUISTA DA CIDADE:
  • O muro da cidade cairá abaixo - Js 6:5, 20 - Isto significa que não cairiam nem para a direita, nem para a esquerda; mas seriam pressionados por uma força sobrenatural e se enfincariam de chão abaixo. Sem dúvida, isso facilitaria o acesso a “todos os homens de guerra", para efetuarem a conquista ao mesmo tempo. Com efeito, foi isso que aconteceu! Durante a caminhada no deserto, Deus operou juízo semelhante, quando repreendeu Core e o seu grupo, demonstrando que Deus deve ser respeitado; com Ele não se deve brincar - Nm 16. 31,32. 

  • A fé cooperou e Deus operou - Hb 11.30 - A queda dos poderosos muros foi um ato de fé. Aquilo que a fé produziu tem sido confirmado pelo testemunho da História. As investigações arqueológicas com suas pás, picaretas e tábuas cronológicas, confirmam em cada detalhe, a descrição bíblica da tomada de Jericó pelo povo eleito. Os sábios têm sondado cuidadosamente camada sobre camada dos escombros da antiga Jericó. Os arqueólogos Ernst Sellin e Carl Watzinger, dois chefes da expedição austro-alemã, descobriram ali duas muralhas concêntricas: "O espaço entre as duas muralhas está cheio de escombros e entulho. Vêem-se nitidamente vestígios de um gigantesco incêndio, massas compactas de tijolos enegrecidos, pedras esmiuçadas, madeiras carbonizadas e cinzas. Às casas ao longo dos muros foram queimadas até os alicerces, seus tetos desabaram sobre os utensílios domésticos" (J. Garstang). Portanto, toda essa descrição coincide "com a narrativa feita por Josué – Js 6:20, 24. 

  • Onde há sangue a casa não cai – Ex 12:13 cf Js 2:15, 18; 6:22 - Encontramos a casa de Raabe, a meretriz, edificada sobre o muro da cidade. Vemos que a única parte do muro que não caiu foi exatamente aquela onde se encontrava a casa de Raabe. Ali havia o sinal do sangue de Cristo, representado pelo "cordão de fio escarlata'' colocado na janela. Deus não podia destruir aquela parte. Se apenas um simbolismo, representado por sangue de animais e uma fita de escarlata, ofereceu tal proteção a estas pessoas, quanto mais o sangue de Cristo! (Hb 9.14).

  • A reedificação da cidade de Jericó – Js 6:26 - De acordo com esta advertência, não era da vontade divina a reconstrução da cidade de Jericó. Sua destruição, atuada pelo próprio Deus, transformando-a em montões de ruínas, servia para admoestação nas gerações seguintes. Mas sempre aparece um desobediente no seio da congregação! Cerca de quinhentos anos depois, Acabe, rei de Israel, mandou edificar a tal cidade. Vejamos o que aconteceu – I Rs 16:34.

  • IV - JERICÓ REPRESENTA AS FORTALEZAS DO MAL:
  • II Cor 10:4 - O apóstolo Paulo declara que as nossas armas são armas espirituais, isto é, poderosas em Deus que estão sendo usadas para "destruição das fortalezas". A Igreja de Cristo, a exemplo de Israel na época da conquista, está cercada de inimigos. Por isso, Paulo nos adverte dizendo que estamos em meio a uma grande tempestade que se arma, a fim de intensificar a batalha entre o bem e o mal. Ele via pelo Espírito Santo que o firmamento se enegrecia, e já se podia ver o choque de exércitos hostis, ante a aproximação dos exércitos divinos em defesa do Céu (Ef 6.12,13).

  • As fortalezas estão se desmoronando – Apesar do mundo ter se transformado numa cidade de pecado, a exemplo de Sodoma, Gomorra e Jericó, Josué e a nação eleita usaram a fé para obterem vitória. Façamos o mesmo para vencermos a batalha espiritual – Jo 16:33; l Jo 5.4; Ap 2.7,11,17,20; 3.5,12.21. 


    Fonte de consulta: 

    - Lições Bíblicas CPAD – 1º Trimestre de 1992 – Comentarista: Severino Pedro da Silva