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25 de ago de 2014

3º TRIMESTRE DE 2014 - LIÇÃO Nº 09 - 31.08.2014 - "A VERDADEIRA SABEDORIA SE MANIFESTA NA PRÁTICA"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 09 - DATA: 31/08/2014
TÍTULO: “A VERDADEIRA SABEDORIA SE MANIFESTA NA PRÁTICA”
TEXTO ÁUREO – Tg 3.13
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tg 3.13-18

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/






I – INTRODUÇÃO:




Muitas pessoas julgam serem mais sábias só porque alcançaram maiores níveis de estudo na vida secular. Aprenderemos nesta lição que a sabedoria terrena, dominada pela natureza humana, só serve para as coisas deste mundo, porém a que vem de Deus, não admite intentos maliciosos e não atende a objetivos orgulhosos. É pura, pacífica, moderada, tratável e cheia de misericórdia. Conscientizemo-nos acerca destas verdades, para que possamos buscar a ilimitada sabedoria do alto.





II – CONCEITOS DE SABEDORIA:




(1) - Sob o ponto de vista humano - Sabedoria significa "grande conhecimento, erudição, saber, ciência, conhecimento justo das coisas, razão". Esse é o aspecto positivo da concepção humana de sabedoria.




Há, também, o sentido negativo, segundo o qual, sabedoria é "esperteza, astúcia, manha". Daí, alguém dizer: "Fulano é muito sabido...".





(2) - Sob o ponto de vista bíblico:




(2.1) - É guardar os mandamentos do Senhor - Moisés, exortando o povo de Israel, sobre o cumprir os mandamentos do Senhor, disse: "Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que ouvirão todos estes estatutos e dirão: Só este grande povo é gente sábia e entendida" (ver Dt 4. l-6). Para Deus, sábio é quem Lhe obedece.




(2.2) - É saber calar (Jó 13.5) - O patriarca disse aos seus amigos, que se eles tivessem ficado calados, isso seria a sua sabedoria. "Até o tolo, quando se cala, será reputado por sábio; e o que cerrar os seus lábios, por sábio" (Pv 17.28). Tiago considera impossível domar a língua (Tg 3.8). Entretanto o sábio segundo Deus cala-se, quando for tempo de calar (Ec 3.7b).




(2.3) - É temer a Deus – Jó 28.28 - Para Deus, o sábio é aquele que teme ao Senhor, ou seja, que tem respeito profundo ao Criador (Pv 9.10).




(2.4) - É dom do Espírito Santo – I Cor 12.7-8 - Deus dá dons aos crentes. O dom da palavra da sabedoria é "parte da sabedoria de Deus dada ao homem; opera no saber, na pregação, no aconselhamento, nas emergências, na separação de obreiros e na administração". Quantos problemas e desastres tem ocorrido em muitas igrejas, que se esfacelam ou sobrevivem a duras penas, por falta desse dom.





III - O SÁBIO E INTELIGENTE SEGUNDO A BÍBLIA




(1) - Aquele que tem bom trato – Tg 3.13 - Isto se refere ao crente que tem bom procedimento, boas maneiras e modos no relacionamento com as outras pessoas. É qualidade muito necessária em nossos dias, quando, em face do frenesi que domina a sociedade, pessoas, mesmo na igreja, tornam-se agressivas, grosseiras, mal-educadas, causando problemas de relacionamento. Infelizmente, até obreiros têm-se perdido nesse ponto. O crente sábio tem bom trato. Paulo aconselha que devemos considerar cada um superior a nós mesmos (Fp 2.3).




(2) - Aquele que tem obras de mansidão de sabedoria – Tg 3.13b - Isto fala do crente que cultiva a mansidão de modo sábio, consciente e não por medo ou covardia. Ele sabe que é melhor ser manso do que agressivo, pois assim glorifica a Deus e evita muitos dissabores. Mansidão é fruto do Espírito (Gl 5.22 cf t 11.29).




(3) - Aquele que vê o mal e esconde-se - Pv 22.3 - Esconder-se do mal é ser sábio. O jovem sábio é aquele que "foge dos desejos da mocidade" (2 Tm 2.22).




(4) - Aquele que ganha almas - Pv 11. 30b - O sábio, no conceito mundano, é aquele que ganha muito dinheiro, de preferência com esperteza e ilicitude. Ou aquele que possui graus acadêmicos superiores. Para Deus, no entanto, o verdadeiro sábio é aquele que se esforça para ganhar almas.





IV - DE ONDE PROVÉM A SABEDORIA SEGUNDO DEUS:




(1) - Do próprio Deus – Tg 3.17a - Deus reserva a verdadeira sabedoria para os retos; escudo é para os que caminham na sinceridade (Pv 2.6.7). Salomão recebeu sabedoria de Deus (l Rs 4.29-34). infelizmente, na velhice, desperdiçou-a.




(2) - Da Palavra de Deus - (2 Tm 3.14,15).




(3) - Do Espírito Santo - O Espírito Santo ensina todas as coisas (Jo 14.26), iluminando o crente fiel, de modo que ele seja sábio. O dom da palavra da sabedoria (l Co 12.8) é algo extraordinário. No Antigo Testamento, temos exemplos de homens que tinham a sabedoria dada por Deus, como Bezaleel e Aoliabe (Êx 36.1,2), utilizando-a para o serviço do tabernáculo. No Novo Testamento, vemos Jesus dando demonstrações dessa divina sabedoria (Mt 21.23-27).





V - CARACTERÍSTICAS DA SABEDORIA CARNAL:




Leiamos Tg 3.14-16:




(1) - Tem amarga inveja - O sábio carnal é dominado pela inveja. Ele fica perturbado e revoltado com o sucesso alheio. Sua sabedoria só abrange as coisas carnais e humanistas, é de natureza baixa (Tg 3.15).




(2) - Sentimento faccioso - É sentimento de divisão, de grupos e grupelhos, de "panelinhas". Essa sabedoria só faz mal à obra do Senhor.




(3) - É terrena - Já vimos que a sabedoria excelente é a que vem do alto. A sabedoria carnal é terrena e só serve para as coisas desta vida.




(4) – Animal - É sabedoria dominada pela natureza carnal, não-convertida, que não tem a virtude do Espírito Santo.




(5) – Diabólica - Na sabedoria que não é de Deus, o Diabo procura ocasião para causar inveja, espírito faccioso e "perturbação e toda obra perversa" (Tg 3.16).





VI - CARACTERÍSTICAS DA SABEDORIA DO ALTO:




Leiamos Tg 3.17:




(1) - É pura - É sabedoria que vem do Deus puro e santo! Essa sabedoria não se mistura com o mal, com o pecado. Ela não se presta para intentos perversos. Há homens, de nível superior, que usam a sabedoria, tanto para o bem quanto para o mal. Um médico, que prescreve remédios para curar, se usado pelo Diabo, pode prescrever drogas destruidoras. Um professor pode ensinar coisas boas ou más, dependendo de sua índole e formação. Mas um servo de Deus só utiliza a sabedoria de modo puro.




(2) - É pacífica - A sabedoria que vem do alto só produz a paz. Os crentes sábios são pacificadores (Mt 5.9).




(3) - É moderada - A sabedoria divina é moderada. Parece um paradoxo. Se ela é ilimitada, como pode ser moderada? Sim. Da parte de Deus, ela não tem limites. Mas, utilizada pelo homem, deve ser moderada, sem exageros, sem exibição. Uma pessoa que tem sabedoria de Deus não pode orgulhar-se. Deve ter o fruto da temperança (Gl 5.22).




(4) - É tratável - Quem tem a sabedoria de Deus é tratável. Ou seja: sabe relacionar-se bem, com modéstia, atenção e interesse pelos outros. Normalmente, os cientistas, os sábios segundo o mundo, são inacessíveis. O crente sábio não é soberbo. Tanto atende ao rico como ao pobre, ao letrado como ao indouto.




(5) - É cheia de misericórdia - A sabedoria do alto é utilizada com misericórdia, procurando colocar-se a serviço dos que sofrem, dos carentes espirituais e sociais; sente a miséria dos oprimidos pelo Diabo. Nas igrejas, precisamos usar a sabedoria que Deus nos concede para atender ao homem integral. É preciso dar o pão para o espírito e também para o corpo.




(6) - É cheia de bons frutos - Tiago não aceita a fé sem as obras de justiça. Ele recebeu a revelação de que a sabedoria que vem do alto é cheia de "bons frutos". Sem dúvida alguma, esses frutos são as manifestações do fruto do Espírito que vemos em Gl 5.22.




(7) - Sem parcialidade - A sabedoria divina não admite "dois pesos e duas medidas", tão comuns em nossos dias. Lamentavelmente, a acepção de pessoas é encontrada aqui e ali, até mesmo em certas igrejas.




(8) - Sem hipocrisia - A sabedoria do alto não admite hipocrisia. "Faça o que eu digo e não faça o que eu faço" é coisa de sábio carnal e não de servo de Deus.





VII – CONSIDERAÇÕES FINAIS:




A sabedoria que vem do alto é a que mais falta neste mundo. É indispensável para o êxito na vida pessoal, no relacionamento social, no serviço cristão e no relacionamento com Deus. O mundo precisa curvar-se ante a sabedoria divina, como única solução para os cruciais problemas que afligem a humanidade.


FONTE DE CONSULTA E PESQUISA:

Lições Bíblicas CPAD – 1º Trimestre de 1999 – Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima.

18 de ago de 2014

3º TRIMESTRE DE 2014 - LIÇÃO Nº 08 - 24/08/2014 - "O CUIDADO COM A LÍNGUA"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 08 - DATA: 24/08/2014
TÍTULO: “O CUIDADO COM A LÍNGUA”
TEXTO ÁUREO – Tg 3.2
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tg 3.1-12

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/












I – INTRODUÇÃO:




Um dos piores pecados é o da língua; os resultados abaladoramente sérios. Quantos filhos de Deus sucumbiriam chorando amargamente, se pudessem ver a amplitude e as consequências dos seus pecados da língua!





II - O TROPEÇO NA PALAVRA:




É muito difícil alguém não tro­peçar em palavras. Às vezes, dize­mos algo que não gostaríamos que saísse de nossos lábios. Quando per­cebemos, já é tarde. É o que se cha­ma de ato falho, pois revela o que está no interior da pessoa e, muitas vezes, causa sérios problemas a quem diz e a quem ouve. Por isso, precisamos vigiar, santificando a lín­gua, para que não venhamos a tro­peçar por palavras.




(1) - Mais duro juízo aos mestres – Tg 3.1 - Tiago aconselha que muitos não de­vem querer ser mestres, pois para estes está reservado "mais duro juízo". De acordo com a Bíblia de Estudo Pentecostal, os mestres são "os pastores, dirigentes de igreja, missionários, pregadores da Palavra ou qualquer pessoa que en­sine às congregações. O professor precisa compreender que ninguém na igreja tem uma responsabilidade maior do que aqueles que ensinam as Sagradas Escrituras. No juízo, os mestres cristãos serão julgados com mais rigor e mais exigência do que os demais crentes".




(2) - O mestre tem que ser exem­plo - É tarefa difícil ensinar na Igreja do Senhor. As pessoas empolgam-se com os ensinos bem ministrados, fundamentados e ilustrados, mas, depois, olham para a vida do pregador - Tg 2.12.




(3) - O varão perfeito – Tg 3.2 - O apóstolo diz que "todos tropeçamos em muitas coisas". Ele se incluía en­tre os que falhavam em muitas coisas, acrescentando que "se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo". E isso não é fácil. Contudo, entregando nosso eu ao controle do Espírito Santo, Ele pode refrear nossos impulsos, inclu­sive a compulsão no falar.




(4) - É mais fácil dominar animais e navios – Tg 3.3-4 - Tiago diz que os cavalos e navios são dominados pelo homem e que, "toda a natureza, tan­to de bestas-feras como de aves, tan­to de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana". Enquanto isso, "nenhum homem pode domar a lín­gua" (Tg 3.8). Só há uma solução: san­tificar a língua dizendo como Davi: "Põe, ó Senhor, uma guarda à mi­nha boca; guarda a porta dos meus lábios" (Sl 141.3).





III - OS MALES PROVENIENTES DA LÍNGUA:




(1) - A língua é um fogo – Tg 3.6a - Tiago usa essa figura para mostrar que, assim, como um pequeno fogo pode incendiar um grande bosque (Tg 3.5), "a língua também é um fogo; como mundo de iniquidade", posta entre os nossos membros, "e contamina todo o corpo", "inflamada pelo curso do inferno". Realmente, na vida quotidiana, vemos que a língua serve de instrumento para propaga­ção da mentira, das falsas doutrinas, da intriga, da inveja, das agressões verbais, dos impropérios, da fofoca, que tantos males têm causados às igrejas.




(2) - A dubiedade da língua – Tg 3.9-10 - A língua "está cheia de peço­nha mortal" (Tg 3.8c. Por isso, é pre­ciso muito cuidado no falar, pois com a mesma língua com que "ben­dizemos a Deus e Pai", "amaldiçoa­mos os homens, feitos à semelhança de Deus". Ainda que de uma mesma fonte não possa sair água doce e água amarga (Tg 3.11), ou de uma figueira sair azeitona, ou da videira sair figos (Tg 3.12), infelizmente, da mesma língua podem sair a bênção e a maldição. Não nos esqueçamos de que um dia cada um dará contas a Deus até das palavras ociosas - Mt 5.37.





IV - OS CRIMES COMETIDOS COM A LÍNGUA:




(1) – A calúnia – Pode ser feita atra­vés da mentira, falsidade e invenção contra alguém. A lei jurídica brasileira prevê pena contra os caluniadores. É de admirar que, em muitas igrejas, quem calunia não sofre qualquer ação disciplinar e com isso o mal se avoluma, pois o caluniador é assim estimulado na sua tarefa maligna e destruidora dos valores alheios. Outros, da mesma índole, têm prazer em relembrar, comentar e espalhar fraquezas, imperfeições e pecados dos outros, servindo-se da língua. A Bíblia condena a calúnia (Sl 101.5). "Não dirás falso testemunho contra teu próximo" (Êx 20.16). (Ver Êx 23.7; Dt 5.20; Pv 19.9.) Hoje, há pessoas que estão desviadas dos caminhos do Senhor, porque foram vítimas de calúnia de algum irmão.




(2) - A difamação - Da mesma for­ma, é crime contra a honra, previsto no Código Penal Brasileiro. É perigoso o tropeço na palavra, falar con­tra a honra de alguém. Muitas vezes, o obreiro "passa a mão por cima" do difamador para não dá escândalo. Se alguém fuma é "cortado" da comu­nhão. Fumar é pecado contra o corpo, mas será isso mais grave que di­famar alguém? Uma jovem contou que seu pastor a excluiu da igreja, porque um irmão disse que ela esta­va namorando com um incrédulo, quando isto não era verdade. Nem sequer teve oportunidade de defesa. Enquanto isso, o difamador ficou normalmente nas atividades da congregação. A Bíblia diz: "Irmãos, não faleis mal uns dos outros" (Tg 4.11a).




(3) - A injúria - Jesus, no Sermão da Montanha, disse: "...e qualquer que chamar a seu irmão de raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno" (Mt 5.22b). Há uma atitude de dois pesos e duas medidas, em muitas igrejas, quan­do só são punidos aqueles que adulteram ou roubam, mas ficam totalmente impunes os caluniadores, injuriadores e difamadores. Alguém responderá por isso no juízo de Deus.




V - OUTROS TROPEÇOS NA PALAVRA:




(1) - O boato - Originariamente, boato vem do latim boatu, signifi­cando "mugido ou berro de boi". Hoje, significa "notícia anônima, que corre publicamente sem con­firmação; balela; rumor, zun-zun-zun". Há um demônio espalhando esse tipo de coisa em muitas igrejas. É o "ouvi dizer...", o "disse-me-disse", sinônimos de mexericos. Já é conhecida a história do homem que espalhou boato contra outro. Este, abatido, ficou doente. Depois, ficou provado que o fato não era verdade. O boateiro foi pedir per­dão ao atingido pela má notícia. Este lhe disse: "Eu perdoo se você fizer duas coisas". O outro inda­gou: "O que?" Primeiro, que você pegue este saco de penas, suba o monte e deixe o vento levá-las". O boateiro disse: "Sim, isto é fácil. Faço logo". E o fez. Ao retornar, o homem doente lhe disse: "Agora, peço que faça a segunda coisa: vá e junte todas as penas que espalhou". O mentiroso disse: Ah! Isso é impossível! A Palavra de Deus condena esse tipo de mal uso da língua (ler Lv 19.16; Êx 23.1). Te­nhamos cuidado com esse "mugi­do de boi" do Diabo!




(2) - A murmuração - Murmurar significa "dizer em voz baixa; segre­dar; censurar disfarçadamente; conversar, difamando ou desacreditan­do". Os demônios da murmuração estão soltos no meio de muitas igre­jas. É crente falando contra o pastor e sua família e vice-versa; é obreiro falando contra outro; é esposa de obreiro murmurando contra esse ou aquele crente; só quem gosta disso é o Diabo, causando tristeza e dissensões nas igrejas. Devemos ter cuidado, pois Deus ouve as murmurações (Êx 16.7,8; Sl 31.13 cf Fp 2.14).




(3) - As palavras torpes – Ef 4.29 - São palavras chulas, ou grosseiras; pornofonias (palavras ou expressões obscenas); pornografias, ou seja: aquilo relativo à prostituição, a coi­sas obscenas, (sejam por revistas, fil­mes, etc.), piadas grosseiras; anedo­tas que ridicularizam as coisas de Deus. Tudo isso leva o crente a tro­peçar na palavra, usando a língua para agradar ao Diabo e entristecer o Espírito Santo.





VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:




Diante do que temos visto, o crente só pode combater o tropeço na palavra lendo a Palavra de Deus, deixando-se dominar pelo Espírito Santo, vigiando e disciplinando o falar. Usemos a língua para o bem (Ef 4.29), pois somos cidadãos dos céus e não devemos descer a linguagem ao nível diabólico. Devemos usar a língua para encorajar outros, louvar a Deus, e levar a mensagem do evangelho aos perdidos. Assim fazendo, dificilmente tropeçaremos em palavras.



FONTES DE PESQUISA E CONSULTA:

Oração e Despertamento – Obra Missionária Chamada da Meia-noite – Wim Malgo

Disciplinas do Homem Cristão – CPAD – R. Kent Hughes

Lições Bíblicas CPAD – 1º Trimestre de 1999 – Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima.