- I – INTRODUÇÃO: · Desde Gênesis até Apocalipse vemos que o nosso Deus é de ordem. Seja com o Israel ou com Sua Igreja, Ele tem revelado um padrão para o comportamento do Seu povo. Este padrão é para o nosso bem e para o da Sua obra. Se um de Seus filhos desviar-se desta ordem, Deus o corrigirá.
- II - A BÍBLIA E A DISCIPLINA NA IGREJA: · No âmbito da revelação divina e da vida cristã, a disciplina é um assunto altamente positivo. Deus disciplina os seus para fazê-los discípulos ainda melhores. É de disciplina que vem a palavra discípulos.
- 1. Os primórdios da disciplina bíblica. A primeira idéia clara de disciplina está em Ex 12:15, 19-20. Nessa passagem. Deus ordenou que os israelitas retirassem todo e qualquer fermento de suas casas. O fermento, na Bíblia, simboliza o pecado: age secreta e invisivelmente na vida do povo de Deus. Uma outra noção clara de disciplina acha-se em Números 5.1-4. Aqui está prescrito que todos os leprosos e imundos fossem mantidos fora do arraial. Isso nada tem a ver com discriminação.
- 2. A necessidade da disciplina bíblica. O pecado é um agente causal espiritual que, além do seu contágio, conduz à morte espiritual. Pode ser individual ou coletivo (Lv 4.13; Rm 6.23; Tg 1.15;Ef2.1).
- 3. A finalidade da disciplina bíblica:
- a) Dar testemunho da santidade da Igreja (l Co 3.16,17).
- b) Levar o transgressor a corrigir-se. Israel, na sua obstinação, ignorou a disciplina do Senhor e se deu mal (Jr 7.28). Hoje, há igrejas que já aboliram a disciplina bíblica e amorosa, argumentando que ela não é bíblica. E, assim, prejudicam a feição característica da Igreja – a de ser separado para Deus e para o seu uso.
- c) Dar testemunho da santidade de Deus e servir de exemplo perante o mundo.
- 4. A atitude de Jesus referente à disciplina. Em João 8, o Senhor Jesus usou de misericórdia para com a mulher flagrada em adultério, mas recomendou-lhe: "Vai, e não peques mais". Em Mateus 18.15-22, Ele nos deixa um profundo ensino sobre a disciplina cristã.
- 5. Formas de disciplina na Igreja. Quando um crente peca, e continua em seu pecado, quer ele saiba ou não, está afetando toda a congregação à qual pertence. Afinal, a Igreja de Cristo é comparada na Bíblia a um corpo, e quando um de seus membros é afetado, todo o corpo sente (l Co 12.12-27).
- a) A disciplina preventiva. Destina-se a evitar que os males surjam no meio do povo (l Jo 2.1; l Co 6.12; 10.23; l Co 10.32).
- b) A disciplina corretiva. Enquanto a disciplina preventiva é branda e suave, a disciplina corretiva costuma ser dolorosa. São muitos os recursos da disciplina corretiva. O caso de Corinto é um exemplo. Infelizmente, em certas igrejas a disciplina corretiva é aplicada sem amor e temor de Deus.
- III - POR QUE É NECESSÁRIA A APLICAÇÃO DA DISCIPLINA NA IGREJA?:
- 1) PORQUE DEUS QUER HABITAR NELA - I Cor 3:16; Ef 2:22 cf I Pe 1:15-16; Js 7:12; II Cor 6:14-18
- 2) PORQUE SÓ ASSIM A IGREJA PODE CONSERVAR SUA PECULIARIDADE - Tt 2:4; Jo 15:19 cf I Cor 5:6-8; 15:32 cf I Jo 1:7
- 3) PORQUE É NECESSÁRIO MANTER O RESPEITO À DOUTRINA - Ml 1:8 - Quando os membros da Igreja vivem em pecado, o procedimento se torna flagrante contradição à doutrina pregada. Se isso continuar, sem que as devidas providências sejam tomadas, o resultado será sempre o mesmo: A doutrina começa a esvair-se e as normas bíblicas desaparecerão. Em lugar do Evangelho da graça, surgirá o Evangelho da carne.
- 4) PORQUE O CONCEITO DA IGREJA DIANTE DO MUNDO EXIGE QUE HAJA DISCIPLINA - At 5:11, 13 cf Pv 24:25-26
- 5) PORQUE A IGREJA PRECISA OBTER VITÓRIA SOBRE O INIMIGO - Hb 12:15 – Quando a disciplina é aplicada, o diabo perde a sua base e o Espírito Santo tem plena liberdade de ação.
- 6) PORQUE É INDISPENSÁVEL PARA GANHAR E RESTAURAR O FALTOSO - I Cor 5:5 cf II Cor 2:6-10; Mt 6:14-15; Gl 6:1 - Esta pessoa disciplinada foi restaurada porque o pecado na vida dela fora condenado. Quando a tolerância com o pecado deixa o faltoso na Igreja, isto traz tristeza para os justos, enquanto as mãos dos pecadores são reforçadas. O resultado é que os faltosos não querem se arrepender (Ez 13:22; Jr 23:14)
- 7) CORRIGIR UMA MÁ SITUAÇÃO (II Cot 7:9)
- 8) MANTER O BOM TESTEMUNHO DA IGREJA (I Tm 3:7; II Tm 1:11)
- 9) PARA ADVERTIR OS DEMAIS MEMBROS PARA QUE NÃO SE DESCUIDEM - (I Cor 5:6-7)
- IV - CONCLUSÃO: · A disciplina na Igreja é bíblica, contanto que seja administrada no amor de Deus, segundo a doutrina do Senhor, visando sempre a restauração do crente em pecado ou desviado. No caso de Corinto, não era só aquele crente que estava ruim diante de Deus; a igreja também o estava. Uma igreja precisa pensar nisso na hora de disciplinar os seus membros. Um crente, ou uma igreja, que tem prazer em excluir os faltosos, estão distanciados do espírito de Cristo, pois "Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele" (Jo 3.17; 6.39).
- Fonte de consulta:
- Lições Bíblicas – CPAD – 4° Trimestre de 1997 – Comentarista: Antônio Gilberto
- Disciplina na Igreja - Samuel Davidson, in Amados,
- Lições Bíblica Maturidade Cristã – CPAD – 3º Trimestre de 1987 – Comentarista: Estevam Ângelo de Souza
Disponibibilizar, a todos interessados, subsídios e esboços das lições bíblicas da CPAD, com pesquisas efetuadas na internet, bem como em livros evangélicos e arquivos pessoais. Tudo para edificação de nossa fé e alimentação espiritual da nossa alma e do nosso espírito. Reverentemente, pois, estudemos a inerrante, inspirada e poderosa PALAVRA DE DEUS. Que assim seja.
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25 de abr. de 2009
LIÇÃO N° 05 - 03/05/2009 - "A IMORALIDADE EM CORINTO"
18 de abr. de 2009
LIÇÃO N° 04 - 26/04/2009 - "DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS DE DEUS"
10 de abr. de 2009
LIÇÃO N° 03 - 19/04/2009 - "PARTIDARISMO NA IGREJA"
I – INTRODUÇÃO: · I Cor 1:11 - Contendas e facções são obras do Inimigo para debilitar a obra de Deus e enfraquecer a Igreja. Tal situação é tão grave, que o apóstolo Paulo (que nessa ocasião encontrava-se em Éfeso) ocupou os quatro capítulos iniciais da Primeira Epístola aos Coríntios para tratar do assunto.
II - A NATUREZA DAS FACÇÕES EM CORINTO: · As contendas na Igreja de Corinto vinham das facções, ou grupos rivais, que eles mesmos haviam formado em torno de seus obreiros prediletos. Essas divisões provinham da carnalidade e da imaturidade espiritual.
· A igreja, via de regra, é acossada por males que vêm de fora, mas aqui temos uma série de malefícios que surgem de dentro. Oremos ao Senhor, e esforcemo-nos para que nenhum de nós sejamos contados como divisionistas na Sua Igreja, ou que contribuamos para isso, porque Deus não nos terá por inocentes.
1. As origens do partidarismo na igreja – I Cor 1:12-13; 3:4-5 - As facções giravam em torno de obreiros preferidos (l Co 1.12,13; 3.4,5). É nosso dever honrar, respeitar, prezar e amar os obreiros do Senhor, mas não fazer deles ídolos, nem deles formar grupos na congregação. As origens dessas divisões são como as raízes das plantas: ocultas. E a Bíblia fala da raiz que produz fel de absinto (Dt 29.18; Hb 12.15). Fatores contribuintes:
a) A mesclagem de raças - Corinto era uma cidade cosmopolita de grande porte, com costumes, tradições e influências das mais variadas partes do mundo. b) As diferenças sociais entre os crentes de Corinto (I Cor 1.26; 11.21-22) -Esses e outros fatores não devem jamais motivar o cristão a ser contencioso, como acontecia naquela igreja. Ali, a contenda ocorria também nos cultos, inclusive na Ceia do Senhor (I Cor 11.17-19). 2. Os grupos rivais da igreja de Corinto - I Cor 1.12 - Eram quatro esses grupos, ou facções, que o apóstolo expõe:
a) O grupo dos fundadores – I Cor 1:12 - Esse grupo gloriava-se em autoproclamar-se como o grupo de Paulo. Eles jactavam-se da liberdade cristã em relação à lei judaica, e assim excediam-se em nome da liberdade como muitos cristãos continuam a fazer nos dias de hoje. Como bandeira de seu grupo, usavam indevidamente o nome do apóstolo. b) O grupo dos intelectuais – I Cor 1:12; 3:4 - Apolo era um pregador, talvez, mais eloquente que Paulo (At 18.24-28; l Co 2.1; 2 Co 10.10). Era um intelectual fervoroso de espírito. c) O grupo dos tradicionais – I Cor 1:12 - O uso do termo aramaico “Cefas” (equivalente ao grego Pedro) pode sugerir que esta facção fosse formada de judeus cristãos. Certamente espelhavam-se em Pedro por ser este um dos primeiro seguidores de Jesus. Não consta na Bíblia que Pedro tenha trabalhado em Corinto, mas a sua popularidade chegara até lá através desses possíveis conversos judeus. É um fenômeno que se repete hoje. Mesmo que um obreiro não visite ou trabalhe em determinado lugar, pode se tornar bem conhecido ali por outros meios. d) O grupo exclusivista – I Cor 1:12 - Nenhum obreiro era aceito por eles; só Cristo. Nisso estava o seu grande erro. Eram exclusivistas; adeptos do perfeccionismo e do pietismo. Os discípulos de Jesus tinham falhas. O Senhor o sabia, mas os aceitou mesmo assim; trabalhou em suas vidas e os melhorou. Mais tarde, uma vez o Mestre assunto aos céus, eles receberam o poder Espírito Santo e continuaram a fazer a obra do Senhor. As outras facções vincularam-se a homens, mas este grupo só admitia um líder: Cristo. Entretanto, se o próprio Cristo viesse a dirigi-los em pessoa, eles O rejeitariam. III - A CAUSA DAS FACÇÕES: 1. Havia carnalidade em Corinto – I Cor 3:1, 3 - Corinto era uma Igreja pentecostal, mas havia permitido que o “velho homem” prevalecesse em detrimento da nova natureza implantada pelo Espírito Santo (II Cor 5:17).O crente precisa ser possuído integralmente pelo Espírito Santo: espírito, alma e corpo. O mesmo Espírito que manifesta poder no crente quer operar, antes de mais nada, a santidade em nossa vida (Ef 5.9; At 11.24a).
2. Faltava maturidade espiritual em Corinto - I Cor 3.1-2 - Imaturidade espiritual crônica é um dos maiores obstáculos na vida espiritual do crente. Instituições como creches e jardins de infância precisam de rotina, disciplina, vigilância, supervisão e primeiros socorros. Mas as crianças crescem e logo tudo muda. Elas vão para outras séries, em busca de conhecimentos mais sólidos. No sentido espiritual, nem sempre isso acontece – I Cor 3:1 cf I Pe 1:5-7; II Pe 2:2.
3. Inobservância da doutrina bíblica - At 18.11; I Cor 11.2; 4.7 - Os crentes de Corinto haviam sido doutrinados. Mas continuavam alheios ao ensino da Palavra como a ressurreição (I Cor 15.12). Eles davam-se à fornicação (I Cor 5.l); tinham comunhão com os incrédulos e envolviam-se com a idolatria (II Cor 6.14-17). Eles ainda não tinham compreendido que o equilíbrio, a perenidade, o crescimento e a ortodoxia de uma igreja ou congregação local dependem, grandemente, do conhecimento e da observância das doutrinas bíblicas. A Palavra de Deus deve ser rigorosamente observada.
IV - A CURA DA DESUNIÃO ENTRE OS CRENTES: 1. Reconhecer o senhorio de Cristo – I Cor 3:22-23; 11:3b – Devemos reconhecer e submetermos a esse senhorio, isto é, a Cristo, o qual pertence a Deus como Filho Eterno e nosso Mediador. Aqui, acha-se compreendida a relação entre as pessoas da Trindade.
2. Reconhecer que as divisões fracionam a igreja como corpo de Cristo – I Cor 3:9, 17 - E quem as promove pode sofrer o julgamento divino. A divisão é obra do Inimigo (I Cor 12.25). Em Cristo todos somos um.
3. O amor promove e fortalece a união – I Cor 8:1b - Um crente cheio do amor de Deus, promove e fortalece a união entre os outros crentes, pois o amor de Deus é comunicante e apaziguador por natureza.
4. O sangue de Jesus Cristo – I Cor 10:16; Ef 2:13-14; Cl 2:13-14 - O sangue de Jesus que provê a nossa reconciliação com Deus, tem o poder, a virtude, o mérito e a eficácia de promover a paz, a união e a comunhão entre os membros do corpo espiritual de Cristo. Invoquemos, pela fé, o poder do sangue que nos remiu e aproximou-nos de Deus, para que opere a união e a unidade entre os crentes em suas igrejas e congregações locais.
V – CONSIDERAÇÕES FINAIS: · Facções, grupos e divisões são sempre danosos. Tais males são chamados "obras da carne" em Gl 5.19,20. Aí, o termo traduzido por "heresias" não significa primeiramente aberração doutrinária, mas facção, grupos rivais, divisões. "Carne", nesse caso, é a natureza humana decaída e sempre propensa ao pecado.
· Bom seria termos poder do alto sem aqueles problemas de Corinto. Mas ter problemas sem poder do alto é pior. Busquemos o poder vindo dos céus e evitemos tais problemas em nós mesmos e na Igreja do Senhor. FONTE DE CONSULTA: · Lições Bíblicas – CPAD – 4° Trimestre de 1997 – Comentarista: Antônio Gilberto
4 de abr. de 2009
LIÇÃO N° 02 - 12/04/2009 - "A SUPERIORIDADE DA MENSAGEM DA CRUZ"
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM ENGENHOCA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL LIÇÃO 02 - DIA 12/04/2009 TÍTULO: “A SUPERIORIDADE DA MENSAGEM DA CRUZ” TEXTO ÁUREO – I Cor1:18 LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Cor 2:1-10 PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
I – INTRODUÇÃO: · II Cor 11:4; Gl 1:6 - Não pode haver substituto para a mensagem simples da cruz, porquanto é através da mesma que o homem é levado de volta a Deus, através da reconciliação que há em Cristo. Tenhamos, pois, cuidado com “OUTRO EVANGELHO”, porquanto esse é apenas uma falsificação que alguém usa tirando proveito do Evangelho de Cristo. II - O QUE É O EVANGELHO?: · Leiamos Rm 1:16-17:
1. É PODER DE DEUS PARA SALVAÇÃO - A palavra “poder”, em relação ao Evangelho, significa a INTERVENÇÃO IMEDIATA E INSTANTÂNEA DE DEUS NA VIDA DO PECADOR. O Evangelho tem um poder miraculoso que pode transformar o mais vil pecador numa nova criatura. - A palavra “salvação” neste texto tem um sentido individual e também universal, pois é para todo aquele que crê. Quando Paulo usou a expressão “primeiro do judeu”, não quis dizer que é necessário tornar-se judeu para conhecer os benefícios do Evangelho. Basta crer. 2. É A REVELAÇÃO DA JUSTIÇA DE DEUS - Esta justiça é alcançada pela fé. Não é produzida pela mente humana. Ela é inerente a Deus. É própria de Sua natureza. Ela se revela na pessoa de Jesus Cristo e quem O aceita, recebe a justiça de Deus imputada. O pecador é justificado em Cristo, mediante a justiça de Deus manifestada na cruz do Calvário, em favor do pecador. · Nem as obras, nem cultura, nem raça, nem herança têm aceitação diante de Deus. Somente pela fé em Cristo Jesus.A fé é o meio pelo qual a justiça de Deus se tornou possível para uma nova relação com Ele. III – O EVANGELHO DEVE SER PREGADO DE FORMA INTELIGÍVEL: · Leiamos At 2:5-8 - O Evangelho é para todas as nações e classes. Deve, portanto, ser apresentado de modo inteligível a todos. O pregador deve saber dirigir-se a pessoas cultas e analfabetas; adultos e crianças; aos respeitados na sociedade e aos desprezados.
· PARA MEDITARMOS:- Certo membro de uma Igreja disse do seu pastor muito letrado:- “DURANTE SEIS DIAS DA SEMANA, O PASTOR É INVISÍVEL E DURANTE O SÉTIMO DIA, É INCOMPREENSÍVEL”. Se aquele bom pastor tivesse sabido conviver mais com o seu povo, teria conhecido suas necessidades e sabido falar na sua linguagem (Leiamos Pv 27:23). IV - AS QUATRO DIMENSÕES DO EVANGELHO: · Ef 3:18 - A oração de Paulo é que nós possamos compreender as seguintes dimensões do Evangelho: 1) A “LARGURA” DO EVANGELHO - (Apc 5:9, 13; 7:9-10; 14:6) - O Evangelho é tão largo que não se pode excluir nenhuma entidade, nenhuma comunidade humana. 2) O “COMPRIMENTO” DO EVANGELHO - (I Cor 15:24) - No tempo, começando no Éden, logo após a queda do homem, até o fim, quando o Reino for entregue ao Pai, durante todo esse espaço de tempo (o comprimento), Deus estará operando para produzir o seu propósito. Desde Adão e Eva até o último cristão a se converter no instante em que Cristo voltar, este é o “comprimento”. Nunca houve, nem haverá, até Cristo voltar, um intervalo na operação poderosa e salvadora do evangelho! 3) A “ALTURA” DO EVANGELHO - (Fp 2:9-11) - Vem do mais alto céu e desce até ao mais baixo inferno. O Evangelho, ou seja, o propósito de Deus, influirá em todo o Universo, em toda existência. 4) A “PROFUNDIDADE” DO EVANGELHO - (Ef 2:1-3) - Não há algum pecador ou rebelde que não possa ser incluído em tão grande salvação. V - O QUE O EVANGELHO OFERECE: 1) Remissão do pecado e da culpa - At 26:18 2) Paz aos que não a tem - Ef 2:17 3) Força ao incapacitado - Rm 5:6; II Cor 12:9 4) Pureza para o impuro - At 15:9 5) Abundância ao necessitado - Lc 14:16-17 6) Alegria ao pecador arrependido - Lc 15:22-24 7) A glória eterna aos filhos de Deus - Jo 17:24 VI - O EVANGELHO DE DEUS: 1) É de origem divina - Mc 1:1; Jo 1:1-2; Rm 1:1 2) Indica o caminho que conduz para a vida - Mt 7:13-14 3) Traz salvação a todos os que crêem - Ef 1:13 4) Transmite bênção plena - Rm 15:29 5) Deve ser transmitido pelo viver do crente - Fp 1:27 VI - COMO DEVEMOS ANUNCIAR O EVANGELHO: 1) Conforme fez Jesus, anunciando a Escritura - Lc 4:16-21; Jo 3:14-18 2) Conforme fez Paulo em Atenas, com seriedade - At 17:16 e ss 3) Conforme João, glorificando o amor - I Jo 4:9-14 4) Conforme Felipe, dando o exemplo de Cristo - At 8:35-40 5) Conforme a mulher samaritana, com eficiência - Jo 4:28-30, 39-42 6) Dando o exemplo e praticando - I Ts 1:7-10 7) No Espírito Santo - I Pe 1:12
FONTES DE CONSULTA: 1) Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, Volume 2 - Editora e Distribuidora Candeia - Autores: Russel Normam Champlin e João Marques Bentes 2) Novo Comentário Bíblico Contemporâneo (Marcos) - Editora Vida - Autor: Larry W. Hurtado 3) Carta aos Romanos - Edições CPAD - Autor: Elienai Cabral 4) Tão Grande Salvação - ABU Editora - Autor: Russell Shedd 5) O Futuro Glorioso do Planeta Terra - Editora Betânia - Autor: Arthur E. Bloomfield 6) Lições Bíblicas - 3º Trimestre de 1994 - Edições CPAD - Comentarista: Esequias Soares da Silva 7) Tesouros de Conhecimentos Bíblicos - Edições CPAD - Autor: Emílio Conde 8) Mil Esboços Bíblicos de Gênesis a Apocalipse - Editora Evangélica Esperança - Autor: Georg Brinke